quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Marta Rocha é a Nova Chefa da Polícia Civil
A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO
As pessoas geralmente se preocupam com a aparência física e se esmeram para mostrar certa elegância, de acordo com suas possibilidades.
Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.
No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.
É possível detectá-la também nas pessoas que não usam um tom superior de voz. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não.
É elegante não ficar espaçoso demais. Não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto. Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente.
Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.
É ser amigo sem conivência negativa.
Ser sincero sem agressividade.
É ser humilde sem relaxamento.
Ser cordial sem fingimento.
É ser simples com sobriedade.
É ter capacidade de perdoar sem fazer alarde.
É superar dificuldades com fé e coragem.
É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar.
Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é.
Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, é preciso desenvolver a verdadeira elegância de comportamento.
Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira elegância é a do caráter, porque procede da essência do ser.
Trabalhando a verdadeira elegância: Paully Santos.
Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.
No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.
É possível detectá-la também nas pessoas que não usam um tom superior de voz. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não.
É elegante não ficar espaçoso demais. Não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto. Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente.
Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.
É ser amigo sem conivência negativa.
Ser sincero sem agressividade.
É ser humilde sem relaxamento.
Ser cordial sem fingimento.
É ser simples com sobriedade.
É ter capacidade de perdoar sem fazer alarde.
É superar dificuldades com fé e coragem.
É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar.
Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é.
Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, é preciso desenvolver a verdadeira elegância de comportamento.
Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira elegância é a do caráter, porque procede da essência do ser.
Trabalhando a verdadeira elegância: Paully Santos.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
CNDM – CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DA MULHER
O Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) foi criado em 1985, vinculado ao Ministério da Justiça, para promover políticas que visassem eliminar a discriminação contra a mulher e assegurar sua participação nas atividades políticas, econômicas e culturais do país.
De 1985 a 2010, teve suas funções e atribuições bastante alteradas. Em 2003, passou a integrar a estrutura da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres da Presidência da República, contando em sua composição com representantes da sociedade civil e do governo, o que amplia o processo de controle social sobre as políticas públicas para as mulheres.
É também atribuição do CNDM apoiar a Secretaria na articulação com instituições da administração pública federal e com a sociedade civil.
De 1985 a 2010, teve suas funções e atribuições bastante alteradas. Em 2003, passou a integrar a estrutura da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres da Presidência da República, contando em sua composição com representantes da sociedade civil e do governo, o que amplia o processo de controle social sobre as políticas públicas para as mulheres.
É também atribuição do CNDM apoiar a Secretaria na articulação com instituições da administração pública federal e com a sociedade civil.
1ª Mulher Presidente do Brasil 2011 - Dilma Roosseff
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
TROCA DE NOME!
Gente tenho uma boa notícia para o marido e para a calculadora embutida naquele cérebro. As mulheres que casam, mas não adotam o sobrenome do marido, ganham durante toda sua carreira US$ 400 mil a mais em relação àquelas que mudam a assinatura. Os motivos são cruéis. Para o mercado, a mudança de nome significaria que a mulher é mais velha, tem menos instrução e menos motivação para trabalhar. Portanto, maridex, me agradeça por ter mantido minhas iniciais intactas. Você terá uma mulher US$ 400 mil mais rica! Rá! Não que eu tenha idéia de onde viria tanto dinheiro ou que partilhe das justificativas. Mas como a conclusão é de pesquisadores da Universidade Tilburg, na Holanda, e eles são especializados em economia, eu resolvi acreditar. E também porque eu arranjei mais um argumento para desfiar quando as pessoas perguntam “Você não mudou seu sobrenome depois de casar?”. Não, não mudei!
Foi a Letícia quem me mandou essa notícia, encontrada no site da rede de televisão americana ABC News . Letícia – e mais todo mundo que a tem (in?) felicidade de viver ao meu redor – teve a oportunidade de comprovar o que diz a reportagem da ABC: as mulheres que não mudam o nome quando casadas sofrem pressão social. Eu aluguei os ouvidos alheios durante uns bons meses elencando os motivos pelos quais eu tinha decidido manter o nome de solteira depois do casório. Acho que eu queria ter certeza de que meus motivos eram justificáveis (e checar quanto espanto eu causava nas pessoas).
Garanto que foi menos do que o causado na minha família e no então namorado. Tá, até eu fiquei espantada com a minha decisão. Quando criança cansei de escrever meu nome mais o do marido a ser conquistado. Era só para ver se combinava. Podem rir do mico, mas tenho certeza de que muita leitora e blogueira por aí já fizeram o mesmo. Não me condenem. Mas, enfim, quando começaram os preparativos para o casório, a simples idéia de mudar o meu nome me fez repensar o propósito de juntar as escovas de dente e disputar centímetros de colchão. Por que eu teria de mudar quem eu sou?
Eu sempre fui M. S. B. E cada uma dessas iniciais explica muito quem eu sou, os valores que aprendi as características que tenho em comum com cada família. Como eu poderia me desfazer de um dos dois sobrenomes (para não ficar com um nome enooooorme) e acrescentar um que não me dizia nada sobre quem eu era? Ficarei feliz em dar aos meus filhos os sobrenomes da mãe e do pai. Porque eles, sim, serão uma mistura dos costumes e valores que virão dos dois lados. Valores que eu e meu marido reinterpretaremos na nossa própria família, aprendendo um com o outro.
Portanto, não adotar o sobrenome do marido não é nada contra a família dele. É só uma questão de identidade mesmo. E de individualidade. Não é porque decidimos dividir a vida com alguém que temos de abrir mão desses valores preciosos. Aliás, acho que muitos casamentos acabam porque a mulher se deixar anular. Não se pergunta mais quem ela é, do que gosta, quais são os seus objetivos. E isso não exclui aquela história de partilhar. É partilhar sem se anular. Só isso.
Nem dá para esquecer que casar é pensar em “nós” e não no “eu”. Percebi isso já no cartório. Levei a minha certidão de nascimento para dar entrada na papelada do casamento civil. Toda embrulhadinha em uma capinha cor-de-rosa, bem conservada durante 27 anos. Isso não comoveu a atendente do cartório. Ela abriu a capinha cor-de-rosa e puxou com tudo a certidão, para desgrudá-la. Eu fiquei boquiaberta. Ela não podia ter mais cuidado? Ou perguntar para mim se podia rasgar o papel? Preenchemos toda papelada, apresentamos os outros documentos pedidos, pagamos. Na hora de ir embora, a atendente devolveu os originais de todos os documentos. Menos a certidão de nascimento. Eu lembrei a moça. Ela se prontificou a explicar: “Agora, você terá de usar a certidão de casamento. A de nascimento não vale mais nada.”
Sai inconformada do cartório. O casamento vale mais do que meu nascimento? Para mim, não faz sentido. Tive certeza de que estava certa em não mudar o nome. Isso até o padre falar na hora do casamento “Agora você assina aqui, com o seu nome já de casada”. Escrevi o de solteira, torcendo para ele não notar e falar alguma coisa. Imagina eu ter de explicar? Ufa, passou despercebido. Ao voltar da lua de mel, chegou a hora de assinar os cartões de agradecimento para mandar para os convidados. Nos primeiros, confesso, até assinei o nome do marido (mesmo não tendo adotado). Pensei que todo mundo ia achar estranho e que as pessoas não precisavam descobrir desse jeito. Depois, assumi o bom e velho M. S. B. E não tardaram as perguntas dos amigos e familiares que receberam os cartões: “Você não mudou seu nome?”. Assim, perguntas inocentes, sem nenhum juízo de valor. Mas, se fosse mesmo sem nenhum juízo de valor, ninguém perguntaria certo? Alguém pergunta algo recorrente, comum? Não, né? Então!
Eu acho o contrário digno de pergunta. Sempre tenho vontade de questionar por que amigas adotam o nome da família do marido – e correm mudar a maneira como assinam nas redes sociais. A mim, parece algo antiquado. Machista mesmo. Tive a prova quando propus ao namorado: eu adoto o seu nome se você adotar o meu. Claro, ele não quis. Mas não vivemos em uma sociedade em que homens e mulheres são tratados da mesma maneira, têm o mesmo valor, são iguais? Está na lei. Os homens também podem adotar os sobrenomes das parceiras. Mas isso todo mundo acha esquisito – tanto quanto a mulher não mudar de nome. Enquanto as pessoas não (se) entendem, eu só sei de uma coisa. Sou M. S. B (à espera dos US$ 400 mil).
PS: A Martha já escreveu aqui no blog sobre as dificuldades com essa história de trocar nome.
Obs. Achei interessante este assunto e por isso estar aqui... transcrito.
BANQUEIRO-DIZ-QUE-TER-MAIS-MULHERES-LIDERES-TORNARIA-A-VIDA-MAIS-COLORIDA-E-BONITA-GENTILEZA-OU-MACHISMO/
O presidente do Deutsche Bank, Josef Ackermann (foto), pode até ter tido boa intenção, mas acabou recebendo muitas críticas ao dizer que colocar mais mulheres em cargos de gerência faria a vida “mais colorida e bonita”. Num momento em que a Alemanha debatia estabelecer cotas para mulheres em cargos de liderança, Ackermann foi tachado de machista.
Ilse Aigner, a ministra alemã do consumo, repreendeu o banqueiro: “As pessoas que gostam das coisas mais coloridas e bonitas deveriam ir para um jardim de flores ou museu.”.
Silvana Koch-Mehrin, membro do Parlamento Europeu, também se pronunciou sobre o comentário: “Se o senhor Ackerman quisesse mais cor no seu comitê administrativo, deveria pendurar quadros nas paredes. Mulheres em posições de liderança não se vêem como objetos de decoração, e isso certamente é válido para aquelas que trabalham no Deutsche Bank.”
A situação das mulheres no Deustche Bank não ajuda Ackermann a se defender das acusações: não há nenhuma nos comitês administrativo ou executivo. Elas estão apenas no comitê supervisor da empresa: são cinco dos 20 integrantes.
Com ou sem machismo, a premiê Ângela Merkel derrubou a proposta de cotas de 30% para mulheres em cargos mais altos. Ela disse que quer dar às empresas a chance de aumentar o número de mulheres nas gerências e diretorias voluntariamente.
Como Merkel, também não sou favorável a esse tipo de cota. Fico imaginando, no entanto, por que uma empresa aumentaria a participação das mulheres na liderança. Será que tornar a vida mais colorida é uma boa resposta?
Você acha que o banqueiro alemão foi gentil ou machista?
domingo, 13 de fevereiro de 2011
PARA VOCÊ!
O dia mais belo - Hoje
A coisa mais fácil - Errar
O maior obstáculo -
O medo O mair erro -
O abandono A raiz de todos os males -
O egoísmo A distração mais bela -
O trabalho A pior derrota - O desânimo
Os melhores professores - As crianças
A primeira necessidade - Comunicar-se
O que lhe faz mais feliz - Ser útil aos demais
O pior defeito - O mau humor A pessoa mais perigosa - A mentirosa
O sentimento mais ruim - O rancor
O presente mais bonito - O perdão
O mais imprescindível - O lar A rota mais rápida -
O caminho certo A sensação mais agradável - A paz interior
A maior proteção efetiva - O sorriso
O maior remédio - O otimismo
A maior satisfação - O dever cumprido
A força mais potente do mundo - A fé
As pessoas mais necessárias -
Os pais A mais bela de todas as coisas - O amor ♥
O maior obstáculo -
O medo O mair erro -
O abandono A raiz de todos os males -
O egoísmo A distração mais bela -
O trabalho A pior derrota - O desânimo
Os melhores professores - As crianças
A primeira necessidade - Comunicar-se
O que lhe faz mais feliz - Ser útil aos demais
O pior defeito - O mau humor A pessoa mais perigosa - A mentirosa
O sentimento mais ruim - O rancor
O presente mais bonito - O perdão
O mais imprescindível - O lar A rota mais rápida -
O caminho certo A sensação mais agradável - A paz interior
A maior proteção efetiva - O sorriso
O maior remédio - O otimismo
A maior satisfação - O dever cumprido
A força mais potente do mundo - A fé
As pessoas mais necessárias -
Os pais A mais bela de todas as coisas - O amor ♥
FEMINILIDADE: O QUE É SER MULHER?
A Mulher de nossos dias está vivendo grande liberdade, alcançada a duras penas! E está sendo instigada a seguir caminhos inéditos nas áreas do trabalho, política e em todas as esferas das realizações humanas, nas quais tem demonstrado grande competência, desenvolvendo um estilo feminino de liderança que tem alcançado sucesso em diversas áreas. Ao mesmo tempo, ela tem percebido que, sua vida hoje é muito mais livre em alguns aspectos, está em outros muito mais pobres em sua capacidade. A mulher de hoje está sofrendo infartos e outros problemas relacionados ao estresse. É esse o preço da realização?
Dr. Paul Tournier, famoso psiquiatra cristã suíço, em seu livro “A Missão da Mulher”, já falou há muitos anos sobre a importância da participação da mulher no processo decisório da sociedade, não apenas como mão-de-obra, mas como uma pessoa de visão e características diferentes, que pode enriquecer a fria sociedade tecnológica do Século XX. A firma ele que a verdadeira pergunta sobre a libertação das mulheres deveria ser: “Para quê fomos liberadas”? A partir daí, seguem-se as demais; o que vamos fazer com essa liberdade que conquistamos? Em que queremos investir nossas vidas? O que realmente desejamos, e por que o desejamos?
Para responder bem a essas perguntas, precisamos partir de uma sabedoria que esteja além de toda sabedoria humana: a do nosso Criador. Ele, que nos fez de uma maneira especial e com um propósito maravilhoso, é o único cuja sabedoria perdura de eternidade a eternidade e, portanto, tem a última palavra sobre como devemos viver, qualquer que seja o contexto no qual estejamos inseridas.
No inicio do livro de Gênesis, capítulos 1 e 2, encontramos a narrativa da criação dos seres humanos, aos quais, depois de abençoar, Deus, deu a tarefa de encher a terra e dominar sobre a criação. Lemos em seguida uma descrição mais detalhada da criação do homem e da mulher, como seres iguais em essência, mas diferentes na função que a cada um seria atribuída. Para isso, o Senhor Deus os fez de maneira diferente e lhes deu algumas características físicas diferenciadas, que mostram a riqueza do Seu plano para a humanidade.
A. Como Somos Feitas
A mulher é feminina em cada célula do seu corpo. Ela é mais resistente, por ser concebido a partir de um par reforçado de cromossomos XX, o que lhe dá um sistema imunológico mais eficiente. Um número maior de homens é concebido, mas mais mulheres sobrevivem à gestação, ao parto e à primeira infância. Na adolescência, os dois chegam a um equilíbrio. Daí por diante, o organismo masculino, envelhece mais depressa que o da mulher e morre mais cedo.
Temos cerca de 20% menos sangue (mulheres cerca de 5,6 litros, homens, cerca de 7 litros), menos glóbulos vermelhos (o sangue masculino, com mais hemoglobina, é mais espesso) e, portanto, menos energia. Entretanto, fabricamos sangue com mais eficiência e respiramos menos profundamente e com mais freqüência. Por isso, precisamos menos de oxigênio. A purificação do nosso sangue é mais eficiente. Nosso hormônio principal, o estrogênio, estimula a proteção do nosso sistema vascular, porque na gravidez precisamos de artérias flexíveis para manter um bom fluxo sangüíneo para o feto. Assim, o estrogênio nos protege do acúmulo de colesterol, aquele que limpa as artérias em vez de entupi-las.
Nossa pele é mais sensível, mais macia. A disposição de nossa ossatura é diferente. Nossa bacia arredondada nos dá aquele andar ondulante, mas nos torna menos ágeis na corrida e na escalada.
As mulheres têm menos músculos e mais gorduras – 41% do corpo masculino são compostos de músculo e da mulher 35%. Por isso, o homem tem mais força física que a mulher. O homem perde peso mais facilmente porque o músculo perde mais caloria do que a gordura. A gordura dá a mulher mais reserva de energia. O homem tem mais energia inicial. A mulher, recorrendo à reserva de gordura, continua ativa muito depois de o homem ter afundado no sofá, pedindo água.
Mas, o que mais caracteriza a mulher é a maneira como seu cérebro é formado. Dividido em dois hemisférios, ele é responsável pela nossa maneira de pensar. O hemisfério esquerdo – o cérebro verbal – é a sede da linguagem, das mulheres, das aptidões verbais, do raciocínio lógico, passo a passo. O hemisfério direito – o centro das aptidões espaciais – processa padrões de informações, ligando fatos para formar um conceito, e ligando uma série de conceitos para formar um todo concreto. Ele é intuitivo. Os homens têm melhor orientação espacial (leitura de mapas). As mulheres mais capacidade verbal. Gostam mais de falar, se comunicam melhor, usando um número maior de palavras, porque falam para se ligar emocionalmente, enquanto os homens falam mais para comunicar fatos. O cérebro masculino é especializado, seu processo mental é mais unilateral, pois ele usa um hemisfério de cada vez, alternando entre os dois.
O cérebro feminino é mais bilateral, mais holístico. Prova disso é que, quando a mulher sofre um derrame, ela geralmente, se recupera melhor. Os dois hemisférios trabalham juntos e algumas capacidades de um lado são produzidas no outro, por isso ficam mais potentes. E a mulher é forte nas áreas de percepção e intuição, que são a chave para a sobrevivência no mundo de hoje.
B. Para Que Fomos Feitas
A capacidade de usar os dois hemisférios do cérebro simultaneamente leva à capacidade relacional da mulher, que influencia sua maneira de ver o mundo e julgar os fatos.
Por estar mais ligada às pessoas, a mulher é mais voltada para os relacionamentos e as emoções que eles produzem. Ela valoriza as pessoas acima dos fatos e acontecimentos. Por isso, as pessoas são tão importantes para ela.
Segundo o psicólogo cristão Gary Smalley, a mulher “é uma mina de ouro de habilidades relacionais… (tenho procurado, mas…) jamais encontrei uma mulher que, pela própria natureza que Deus lhe deu, não viesse com um manual de relacionamentos embutidos.” E, como disse o Dr. Paul Tounier, “o nosso mundo ocidental (é) tão aperfeiçoado, tão poderoso, tão eficaz, mas também tão frio tão duro e tão enfadonho; um mundo em que são vencidas as doenças acessíveis ao estudo objetivo, mas em que se multiplicam as neuroses decorrentes da falta de amor”… É por isso que eu falo hoje, de uma missão da mulher… Talvez… Ela possa pensar em oferecer à civilização o seu talento próprio, uma contribuição mais pessoal, algo que ela pode fazer melhor do que o homem: a atenção à pessoa e não somente às coisas”.
Se, confiantes na identidade que temos dentro do propósito de Deus para nós, enxergarmos a beleza da nossa vocação feminina e a usarmos para a missão de resgatar a importância dos relacionamentos na nossa civilização, estaremos cumprindo o propósito de Deus ao nos criar como “ajudadoras idôneas” e, então encontramos a verdadeira liberdade e perfeita realização.
NASCE UMA MULHER
Em meio a tantas expectativas
Entre tantos sonhos e esperanças
Eis que um choro de criança
De repente ecoa pelo ar…
E neste mesmo instante,
Surge num ponto qualquer
Uma voz firme e possante
Que diz: “É uma Mulher”.
Nasceu! É pequenina e delicada,
Mas pelo nome de mulher é chamada.
E me todo tempo, por onde ela andar.
Sempre alguém vai lhe chamar
Pelo sublime nome de mulher…
Mulher… Já nasce com identidade!
Carregando sobre si a responsabilidade
De ser feminina graciosa e diferente.
Aquela que na batalha da vida é guerreira
E na hora mais difícil e derradeira
Tem sempre um sorriso para dar…
Nasce uma mulher… Mais uma entre tantas!
Mas é única, é impar, é a primeira.
Aquela que o Senhor deu por companheira
Ao homem que tão só, no paraíso vivia.
Então… Ela encheu a sua vida de alegria.
E como as flores, sublime tornaram o seu viver.
Ela nasce e floresce para ao mundo trazer
O seu doce perfume de Mulher…
Norma Penido Bernardo
POESIA PARA MULHER - De Norma Penido Bernardo
Pronto! Finalmente a Obra está completa! Não falta mais nada no grande Universo, porque da costela de Adão o Senhor fez Você, Mulher...
No principio Deus criou os céus e a terra, o dia e a noite, o sol, a luz e as estrelas, mas faltava Você...
Criou as árvores e as flores do campo, os animais, as aves que voam no céu e os peixes que habitam no mar e ainda assim faltava Você...
Então, Deus criou o homem à sua imagem e semelhança. Ah! Que obra maravilhosa e gloriosa! Aquela era a coroa da sua criação, mas mesmo assim, ainda faltava Você...
Faltava alguém feminina, delicada, submissa... Poderia ser frágil na aparência, mas com uma força interior tão grande, que a tornasse coluna da família, da sociedade e da igreja.
Tão completa, que pudesse gerar um novo ser dentro de si, que o amamentasse e que nas caladas da noite murmurasse para ele a mais linda canção de ninar.
Alguém de valor incalculável, procurada e admirada como as jóias mais preciosas.
Alguém disposta a perdoar, compreender, e renunciar, com capacidade para amar, ainda que não seja amada.
Sim, faltava Você! A inexplicável, insondável e magnífica Mulher. Aquela que não se define, mas que toda beleza e graça exprimem.
E para preencher o vazio que havia no Universo e abençoar toda a humanidade,
O VALOR DA MULHER CRISTÃ NO MUNDO
Valor da Mulher Cristã no Mundo - (Gênesis 2. 27 – (Linguagem de Hoje)
“Assim Deus criou os seres humanos; Ele os criou parecidos com Deus. Ele os criou homem e mulher e os abençoou...”
Mas que ser é este chamado mulher? Será que ser mulher é ser só filha, esposa, mãe ou companheira? Cremos que não! A mulher, antes de tudo, é um ser humano, como qualquer outro. A mulher tem sido tratada ao longo dos tempos como objeto sexual, como empregada de luxo, como se fosse um “ser” incapaz de pensar, agir, participar de uma discussão séria, racional e equilibrada, como se não possuísse inteligência, habilidade e aptidão para mais nada. Desde a sua criação, a mulher vem percorrendo um longo e árduo caminho na busca de sua identidade como pessoa. É nesta investigação que a mulher se confunde e se perde, desejando ardentemente uma igualdade parecida com a do homem. Nesta procura incansável, muitas estão prontas para fazerem trocas, porque acreditam que se forem iguais aos homens serão livres e terão privilégios. Não percebem que, agindo desta maneira, estão perdendo mais coisas do que as que vão receber em troca. Durante séculos a mulher foi explorada e discriminada em todas as áreas. Esta atitude gerou inconscientemente, uma agressividade que foi se acumulando, deixando marcas profundas e agora se manifesta em reações negativas sobre o que é ser mulher, mostrando ao mundo que nos rodeia, um ser aparentemente inseguro, vulnerável, cheio de temores, com falta de confiança, formando uma “crença” de que somos “seres inferiores”. Mas a Bíblia continua afirmando: “... a mulher... imagem de Deus”. Segundo comentário do livro de Gênesis de Derek Kidner (Mundo Cristão), a “... imagem de Deus” significa “um ser racional e também um ser moralmente responsável”. Poderíamos acrescentar: um ser com faculdade de expressar emoções e de agir voluntariamente. Um ser com capacidade de manter íntima comunhão com seu Criador. Por isso, cada mulher deve despertar dentro de si toda criatividade, sensibilidade e feminilidade que foi planejada e moldada por Deus ao criá-la, reconhecendo que o Espírito Santo é quem deve controlá-la, tornando-a uma verdadeira mulher. Em Gálatas 3. 38 lemos: “... não há homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo”. Não há pessoas de segunda categoria. Diante do Criador só há igualdade. Mas esta igualdade não significa identidade. Os dois, homem e mulher se completam, o que não seria uma verdade se fosse idênticos. Somos iguais, o homem e a mulher, mas diferentes. Não se trata nesta diferença, de superioridade de um ou inferioridade do outro, mas de respeito mútuo, direito, deveres, privilégios e responsabilidades na mesma equivalência. Em cada um dos sexos está à sombra do outro. Portanto, devemos estar preocupadas em ser plenamente mulher dia-a-dia e louvar a todo o momento o Criador por nos ter feito “Sua imagem e Semelhança”. É nesse tempo a sós com Deus que a mulher pode avaliar profundamente sua identidade. Quando ela conhece o Senhor Jesus Cristo como Ele é, é que ela se compreende e sabe quem é. Ao receber a identidade de Jesus Cristo, Ele ensina que sem ele somos vasos vazios, privados de decisões; mas tendo-o ao lado, nos tornamos vasos apropriados para a vida na família, na igreja e na sociedade. Esta vida em sociedade, lado a lado com o homem, continua sendo questionada e muito discutida. Isto acontece porque as mulheres foram e ainda são, em alguns Países, educadas somente para criar os filhos e realizar tarefas domésticas, apesar de estarmos no Século 21.
Por mais que se fale em igualdade social, a mulher é discriminada em termos de salários, cargos e de oportunidade de mostrar suas aptidões. Temos que enfrentar muitas lutas para vencer os obstáculos sociais e outros que por certo cada uma de nós ainda vivenciará. Mas, ao longo da história, podemos constatar com alegria, que esforços foram e são feitos no sentido de emancipar a mulher de todos os preconceitos determinados contra elas, principalmente numa área muito conhecida – a profissional. A Bíblia registra desde o início que a mulher sempre trabalhou. No livro Gênesis 3. 23 está registrado: “O Senhor Deus, pois, o lançou fora do Jardim do Éden, para lavrar a terra...” Homem e mulher juntos; portanto, a mulher ajudaria o homem nessa nova e difícil tarefa que era a sobrevivência deles e da família que seria construída. Na Revolução Industrial, tornou-se necessária sua mão-de-obra, e lá a mulher dar sua participação; trabalhou em fábricas, inclusive em tempos de guerra. Em todas as áreas, a mulher é uma auxiliar indispensável para o homem e para a sociedade. Embora, com algumas restrições, a mulher está conquistando o seu espaço e desempenha ou já desempenhou sua função com eficiência. Podemos citar alguns exemplos de mulheres que marcam sua passagem pelo mundo, dando sua participação para que a História da Humanidade a ser registrada tenha um novo texto. Nos Estados Unidos, podemos citar. Anne Roe, psicóloga, que desenvolveu a Teoria das Necessidades Básicas, tão utilizada hoje, não só na Psicologia, mas também na Educação. Outro nome notável é o de Golda Meir, estadista judia, que tanto fez por seu povo. Conta-se que alguém perguntou a Golda Meir como foi que ela, sendo filha de pais tão simples, alcançou uma função tão elevada, de tanta responsabilidade. Ela respondeu: “O meu povo continua sendo o povo escolhido de Deus. E a minha função é ajudar este povo de Deus a ser uma grande nação”. Outras mulheres notáveis que atraem nossa atenção: a Sra. Baramaico, Primeira-Ministra do Sri Lanka, País de terceiro mundo. Esta mulher nacionalizou os Bancos e as Indústrias do País. Benezir Bhutto tornou-se Primeira-Ministra do Paquistão, um País mulçumano, onde a mulher é considerada como ser inferior. Indira Gandhi, Primeira-Ministra da Índia; Margareth Thatcher, Primeira-Ministra da Inglaterra. Madame Currie, devemos a esta mulher a descoberta da radiografia, que tantos benefícios traz a humanidade. Ana Nery, “A matriarca da enfermagem no Brasil”. Trabalhou como voluntária na Guerra do Paraguai; Florence Nightingale, da Inglaterra, é considerada a “Fundadora da Enfermagem Moderna”.
Podemos citar, no Estado do Espírito Santo, duas mulheres que, no passado marcaram com suas vidas a história deste Estado: Luiza Grimaldi, que foi a primeira Governadora e Maria Ortiz, que comandou a expulsão dos holandeses das terras capixabas. Foram necessários dois milênios para que a mulher alcançasse a plenitude dos seus direitos. Ao findar o Século 19, a mulher recebeu o que lhe pertencia neste sentido. Vitor Hugo, no início do Século 19, fez a seguinte afirmação: “O Século 19 Pertence às Mulheres”. Apesar da constatação deste grande escritor, os homens gastaram milhares de anos para reconhecer que a mulher possuía alma. Precisaram de dois mil anos para aprender que ela possuía inteligência. Jesus Cristo, ao contrário, já sabia destas duas grandes verdades, e assim permitiu que elas ocupassem um lugar de destaque no seu ministério terreno. Por isso podemos afirmar que o Cristianismo é a Mãe dos Direitos das Mulheres. Foi o ensino revolucionário de Cristo que abriu e está abrindo todas as portas necessárias para que as mulheres ocupassem o seu espaço. Foi Jesus, quem colocou a mulher no seu verdadeiro pedestal, dando-lhe honra, liberdade e igualdade. Quando recebemos este Salvador, como dono e Salvador de nossas vidas, o Espírito Santo vem habitar em nós. A mulher descobre então sua verdadeira identidade. Ela não é apenas “Um Ser” chamado mulher, mas passa a ser conhecida como “Mulher Cristã”. Isto nos dá o sentimento de plena realização, pois estamos vivendo para a Glória de Deus, que é o propósito para o qual fomos criadas. A mulher se encontra, na medida em que se firma na Palavra de Deus e centra sua vida no Senhor Jesus Cristo. Essa é certamente uma mulher renascida, transformada e realizada. Precisamos compreender que nossas vidas pertencem a Deus e não a nós. Ele planejou e fez a vida de cada mulher. Ele tem uma decisão para ela, portanto, devemos nos sujeitar a sua autoridade, a fim de conhecermos o que Deus deseja de nós. Na Bíblia, encontramos vários exemplos de mulheres que realizaram tarefas especificas, porque ouviram a voz do Senhor, no Velho Testamento destaca-se a figura de Débora que colocou a disposição de Deus suas aptidões e, na qualidade de juíza, julgou com sabedoria seu povo, conduzindo-o a grandes vitórias. Outro exemplo é o de Ester que no exercício real, na qualidade de rainha, decidiu servir a Deus e a seu povo. No Novo Testamento, encontramos a história de Lídia, a “vendedora de púrpura”, uma comerciante que em suas atividades deu provas de sua fidelidade no serviço para o qual foi chamada. Outro nome de destaque é o de Priscila, que possuía como profissão fazer “tendas”. Através deste ofício, servia com alegria e dedicação ao Senhor de sua vida, Jesus Cristo, e ao próximo. Além dos exemplos já destacados da participação da mulher na história, podemos citar outros exemplos nos dias de hoje, com extraordinária dedicação o trabalho para o qual foram chamados. (Cite mulheres de sua região, cidade, igreja, comunidade, que realizam ou realizaram trabalhos que foram ou são úteis a outras pessoas).
Sabemos que o mundo de hoje está em crise. A destruição das famílias, a situação caótica da economia e a dilaceração dos valores morais são indícios que desafiam a participação urgente da Mulher Cristã neste mundo de transformações. A mulher deverá ser a “grande edificadora”, para que um mundo melhor surja e caminhe para o futuro, para que as pessoas que nele viverão reconheçam nossa competência, nossa inteligência, nossa sabedoria, o testemunho da nossa fé, e demonstrem aos que nos cercam o amor de Deus que está presente em nossos corações.
O QUE PENSAM OS PARLAMENTARES SOBRE OS DIREITOS DAS MULHERES?
A ONG Cfemea – Centro Feminista de Estudos e Assessoria acaba de lançar uma pesquisa de opinião realizada com parlamentares brasileiros sobre os projetos de lei que tratam dos direitos das mulheres.
“Como parlamentares pensam os direitos das mulheres? Pesquisa na Legislatura 2007-2010 do Congresso Nacional” pode ser lida na íntegra em uma publicação disponível em pdf, que traz tabelas, gráficos e textos que revelam o que os parlamentares pensam sobre temas como: políticas públicas e orçamento para a igualdade de gênero; mulheres na política; aborto e direitos sexuais; trabalho e proteção social.
Entre 2007 e 2008 foram entrevistados 321 parlamentares, ou 54% do total de 594 da Legislatura atual. Perguntados se conheciam ou já tinham ouvido falar no II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM), a maioria (57%) respondeu que não e, dos 43% que conheciam/tinham ouvido falar no II Plano, apenas 34% participaram de sua construção por meio das conferências (estaduais municipais ou nacionais). Separando-se as respostas pelo sexo dos parlamentares, os dados mostram que os homens sabem pouco sobre temas relacionados às mulheres e que as mulheres parlamentares estão mais bem informadas: 81% delas conhecem o II PNPM – enquanto mais da metade dos homens (61%) nunca ouviu falar do Plano -, sendo que 56% das legisladoras envolveram-se em alguma atividade relacionada à construção do Plano, em oposição aos 29% dos parlamentares homens que o fizeram.
No bloco de perguntas que tratou da participação das mulheres na política, 60% dos parlamentares discordam das punições para o partido que não preencher as cotas de candidaturas femininas; separando-se por sexo: 74% das mulheres concordam, enquanto entre os homens, apenas 27%.
Ainda que a maioria (60%) discorde da prática de legislar de acordo com sua opção religiosa individual, 38% concordam ou concordam em parte. Perguntados sobre religião, 90% declararam professar uma fé, sendo que 74% são católicos, 12%, evangélicos, 2% são espíritas e 2% praticam outras religiões. Dos 321 entrevistados, 81 (25%) concordam em legislar seguindo convicções religiosas particulares, o que compromete o desenvolvimento de políticas públicas no Estado laico.
Sobre a interrupção da gravidez: 57% acham que a legislação deve permanecer como está, enquanto 1% sugere que a legislação seja ampliada em alguns casos; 18% acreditam que a prática do aborto deva ser amplamente legalizada, enquanto 15% são contrários em qualquer caso e 8% não souberam como se posicionar.
Sobre a união civil de pessoas do mesmo sexo, 40% dos parlamentares entrevistados concordam com essa proposta, 47% discordam, 13% dividem-se entre os que concordam em parte (4%), discordam em parte (1%) e não sabem (9%).
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