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quarta-feira, 8 de junho de 2016
segunda-feira, 6 de junho de 2016
REVOLTA:
REVOLTA:
450 HOMENS CASAM COM CRIANÇAS EM GAZA; É O
FIM DO MUNDO
Postado em: por: admin
PEDOFILIA OFICIAL: CASAMENTO COLETIVO DE 450 HOMENS
COM MENININHAS COM MAIS DE 4 ANOS EM GAZA (Gaza resumo o mundo Islâmico???)
A HISTÓRIA OCULTA DO MUNDO ISLÂMICO:
A PEDOFILIA DO HAMAS
(O Hamas é a voz do Islão? Ou apenas
um grupo radical que se diz islâmico?)
História Oculta do Mundo: A Pedofilia
do Hamas
Enquanto a imprensa exalta os “lutadores da liberdade do Hamas”(a imprensa exalta???Pelo menos não é isso que parece nas Américas…) ,os “rebeldes”, o mundo desconhece uma das histórias mais SÓRDIDAS de abuso infantil, torturas e sodomização do planeta, vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas, que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical (LEI DO ISLAMISMO RADICAL, que lei é essa? E será que todos os muçulmanos realmente a seguem???Carece de fonte) .
Infância perdida, abuso certo: ficaremos calados?
Enquanto a imprensa exalta os “lutadores da liberdade do Hamas”(a imprensa exalta???Pelo menos não é isso que parece nas Américas…) ,os “rebeldes”, o mundo desconhece uma das histórias mais SÓRDIDAS de abuso infantil, torturas e sodomização do planeta, vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas, que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical (LEI DO ISLAMISMO RADICAL, que lei é essa? E será que todos os muçulmanos realmente a seguem???Carece de fonte) .
Infância perdida, abuso certo: ficaremos calados?
A denúncia é do Phd Paul L. Williams
e está publicada no blog thelastcrusade.orge é traduzida com exclusividade no
Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se
interessar pelo assunto) (com relação aos países de terceiro mundo, de fato, ninguém
se interessa).
Um evento de gala ocorreu em Gaza. O
Hamas foi o patrocinador (O HAMAS! Não os muçulmanos do mundo todo!) De um
casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25
aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos (preocupante!).
Grandes signatários muçulmanos,
incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas, foram pessoalmente cumprimentar os
casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada. (Vocês
queriam o que? Que Lula ou Obama fossem lá? Coisas como essa só podem partir
mesmo de um líder maluco do
Hamas. Fato!)
Hamas. Fato!)
“Nós estamos felizes em dizer à
América que ela não pode nos negar alegria e felicidade” (isso sim é
provocação!), Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos
idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.
Cada noivo recebeu 500 dólares de
presente do Hamas (esse foi o incentivo do Hamas, óbvio!).
As garotas na pré-puberdade
(pré-puberdade?????), que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem
excessiva, receberam bouquets de noiva (casamento um tanto moderninho para quem
se diz “islâmico radical”. Detalhe: o número grande de casais parece ser mais
uma provocação a nós do ocidente que um verdadeiro casamento).
“Nós estamos oferecendo este
casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e
da guerra”, discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf (pode se
esperar qualquer coisa desse tipo).
(Reparem na foto acima: as meninas vestidas com trajes comuns de cerimonias de casamento ocidental. Mais uma provocação ou o Ramas não é tão radical assim como pensamos???).
Noivas de 4 a 10 anos (onde estão os
pais e familiares dessas crianças? A reportagem/e-mail relata que 450 crianças
fizeram um casamento coletivo, no entanto, em festas como estas, mesmo levando
em conta o tipo de cerimônia realizada, normalmente familiares islâmicos sempre
comparecem a cerimônia de casamento dos seus filhos. Será essas 450 crianças órfãs?
As informações carecem até mesmo de uns maiores números de dados que possam
contribuir para o entendimento geral da situação) e presentes de $500 (em
tempos de guerra, $500 são sempre bem-vindos, olha aí o incentivo!).
O Centro Internacional Para Pesquisas
Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo
no planeta e quase todas em países muçulmanos (lá elas são “noivas infantis”,
aqui elas são somente meninas que se drogam e prostituem em rodovias ou praças
públicas). Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são
molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na
Jordânia (onde está a UNICEF, princesa da Jordânia???)
Todo ano, três milhões de garotas
muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF (O que
a UNICEF anda fazendo para impedir que isso continue ocorrendo???). A prática
ainda não foi proibida em muitos lugares da América (por que será???).
Fonte: http://www.jornaalhoje.com.br/2016/05/18/revolta-450-homens-casam-com-criancas-em-gaza-e-o-fim-do-mundo/
sábado, 4 de junho de 2016
CADÊ VOCÊ!
O tempo vai
O tempo vem
A vida passa
E eu sem ninguém
Cadê você?
Que nunca mais apareceu aqui
Que não voltou pra me fazer sorrir
E nem ligou
Cadê você?
Que nunca mais apareceu aqui
Que não voltou pra me fazer sorrir
Então cadê você?
Mas não faz mal
Pois eu me calo
Ta tudo bem
Eu sempre falo
Cadê você?
Que nunca mais apareceu aqui
Que não voltou pra me fazer sorrir
E nem ligou
Cadê você?
Que nunca mais apareceu aqui
Que não voltou pra me fazer sorrir
Então cadê você?
segunda-feira, 16 de maio de 2016
A MULHER DE JÓ: RÉU OU INOCENTE?
Por
Enilson Heiderick
O
livro de Jó, considerado o mais antigo livro das escrituras, inicia falando da
prosperidade de Jó e de seu relacionamento com Deus que, conversando com
Satanás, cobre Jó de elogios. O Acusador não perde a oportunidade de alfinetar
o Altíssimo e põe em dúvida se tal fidelidade não é mais fruto de uma barganha
do que de intimidade verdadeira. Ao ser provocado, Deus permite que Satanás
tenha poder para atormentar a vida de Jó e assim provar qual a origem da sua
fidelidade. Começa aí o seu infortúnio.
Neste
grande drama há alguns personagens que vão buscar durante o decorrer da
história encontrar respostas para o sofrimento de Jó e, por extensão, debater
sobre a origem do sofrimento humano em um mundo governado por um Deus justo e
bom. Zofar, Bildade e Elifaz se revezam em discursos que ora insinua, ora
afirma que deve existir algum pecado em Jó, nem que seja oculto, e que seu
sofrimento é justo, pois de Deus não se pode esperar outra coisa. Tais
discursos são rebatidos por Jó que reafirma reiteradamente sua inocência e
continua a se perguntar sobre o porquê de seu sofrimento. O jovem Eliú faz um apanhado
geral enfatizando a soberania e sabedoria de Deus condenando todos os demais,
tanto os amigos, quanto o próprio Jó. Por último o próprio Soberano do universo
se revela a Jó e não lhe dá resposta alguma, a não ser reafirmar sua soberania
o que, paradoxalmente, é resposta mais que suficiente para Jó que ao final
responde “antes te conhecia só por ouvir falar, mas agora meus olhos te vêem”.
A
mulher de Jó, esta mulher sem nome, como tantas outras mulheres da Bíblia –
lembremos que até mesmo aquela que ungiu Jesus com alabastro e da qual Cristo
disse que jamais seria esquecida por causa do seu gesto, também permanece
anônima – era apenas uma coadjuvante.
De
todos os personagens da narrativa, ela é quem tem a menor fala e menor espaço
para se expressar. Não foi dado a ela o mesmo destaque dado aos discursos eloquentes
e vazios de Zofar, Bildade, Elifaz, nem teve a honra de ser a última a
discursar, como o jovem Eliú. Sua participação foi um átimo, um único versículo
que serviu para encerrá-la para sempre no panteão das mulheres vilãs da Bíblia
com a companhia nada honrosa de Jezabel, Safira, a mulher de Ló – mais uma
anônima – e outras menos cotadas.
No
imaginário judeu/cristão a mulher de Jó sempre foi considerada como o protótipo
da mulher insana, afetada, sem juízo, e antagônica a seu marido. Tudo por causa
de sua única fala.
Como
eu não estou aqui para ser mais um a jogar pedras, gostaria de mais uma vez,
como sempre fazemos aqui no nosso espaço, convidar você a me acompanhar em mais
uma viagem para além da tradição e dar a esta mulher o benefício da dúvida, nos
permitindo entrever algo de belo em seu gesto e nos surpreender com uma
inesperada lição da graça de Deus, mesmo quando Ele permite algo que para
muitos de nós soa contraditório.
“Amaldiçoa
seu Deus e morre”. Esta foi a frase que fez com que ela caísse em desgraça aos
nossos olhos. Uma única frase, perdida lá no versículo nove do capítulo dois do
livro, mas que serviu de argumento para o seu linchamento moral. Linchamento
moral é algo que fazemos com enorme facilidade, mas que tal irmos para além da
frase? Que tal buscarmos as motivações que a levaram a esta atitude extrema?
Que tal averiguarmos se esta mulher é tão indigna e condenável para Deus quanto
os nossos julgamentos determinam?
A
mulher de Jó não é alguém que aparece do nada na história, não é uma transeunte
que passa aleatoriamente e resolve dar sua opinião, não é sequer como os amigos
de Jó que se compadeceram dele e lhe fizeram companhia, mas que depois disso
iriam para suas casas e suas vidas. Não, ela era a pessoa mais próxima de Jó. E
se Jó sofreu com os infortúnios que caíram sobre ele, ela também sofreu junto e
amargou todas as perdas. Diferente dos amigos de Jó, ela estava padecendo
conjuntamente do mesmo mal que se abateu sobre seu marido. Ela perdera seus
filhos, sua casa, seus bens, sua dignidade e, naquele momento, via o homem a
quem havia devotado uma vida ali, sobre um monturo, cheio de chagas malignas
que iam da cabeça aos pés, coçando-se com um caco para aliviar sua agonia.
Nada
mais injusto! Pensava ela.
Mais
do que ninguém ela sabia da injustiça daquela punição. Era ela quem presenciava
quando Jó chamava seus dez filhos para os santificarem, mesmo já sendo adultos.
Era ela quem acordava à noite, tocava na cama procurando seu marido e não o
encontrava, ia achá-lo na madrugada fazendo sacrifícios a Deus por amor à vida
de seus filhos, que foram mortos todos de uma vez sem razão aparente. Era ela
quem presenciava dia a dia a integridade e retidão de Jó em todas as coisas.
Nos negócios, na família, entre os mais necessitados e na vida conjugal.
A
mulher de Jó foi o único personagem que lhe reconheceu a inocência. E
exatamente por não ver em seu marido falha alguma a ponto de receber tão grande
punição é que ela se revolta em um desabafo desesperado, sim desabafo de quem
vê sua vida ruir da noite para o dia, de quem tinha uma vida em paz e temor a
Deus e que se vê saqueada, sem seus filhos, sem ter como se sustentar e vendo o
homem a quem amava em agonia de morte.
“Assim
como fala um louca, falas tu” é a repreensão que ela ouve de Jó e, após ouvir
estas palavras, cala-se, não contra-argumento, nem rebate, apenas cala-se, como
a reconhecer seu erro, ao contrário dos amigos que em nenhum momento deram
descanso e só foram reconhecer o mal que fizeram depois que o próprio Deus
ordenou.
A
mulher de Jó representa este grito angustiado que eu e você temos no peito
todas as vezes que sofremos as injustas peças pregadas pela vida. É a voz que
clama por um mundo em que haja algum tipo de lógica, em que os maus sejam
efetivamente punidos e os bons recebam de Deus benevolência. Ela é a porta-voz
que nos mostra que nem sempre as coisas fazem sentido, que injustiças acontecem
com pessoas boas e a nossa teologia nem sempre consegue responder. É a
testemunha de que todos nós, em algum momento da vida, também nos revoltamos
contra Deus.
Enfim,
ela é muito parecida conosco, talvez por isso nós a repudiamos. Pois somos tão
envolvidos e contaminados por idealizações que não reconhecemos quando vemos
nossa própria face no espelho.
Mas,
apesar de todos os nossos preconceitos e condenações. Apesar de todo o estigma
que ela sofreu posteriormente. Deus, que é quem verdadeiramente sonda e conhece
os corações e as motivações, honrou-a ainda em vida. Sim, pois Deus
devolveu-lhe a saúde do marido, restituiu-lhe os bens e, suprema honra para as
mulheres da antiguidade, deu-lhe mais dez filhos.
E,
para confirmar que Ele entende nossas angústias e dúvidas mais do que nós
mesmos gostamos de reconhecer e que Sua graça alcança até mesmo àqueles que
para nós são execráveis, Ele, o Único a quem cabe estabelecer justiça, não
lançou nenhuma palavra de crítica ou de condenação a esta louca mulher que teve
a coragem de expressar livremente sua dor.
| Pastora, Maria Valda |
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Fonte: http://www.searanews.com.br/a-mulher-de-jo-reu-ou-inocente/
SARA
Far-te-ei uma
grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma
benção. Génesis 12:2.
Foi feita a Abraão
a promessa de uma posteridade numerosa e de grandeza nacional, promessa
especialmente acatada pelo povo daquela época e a isto acrescentou-se
esta certeza, mais preciosa do que todas as outras para o herdeiro da fé, de
que o Redentor do mundo viria de sua linhagem: “Em ti serão benditas todas as
famílias da Terra”. Génesis 12:2,3
Quando Abraão tinha
quase cem anos de idade, a promessa de um filho foi-lhe repetida, com a
informação de que o futuro herdeiro seria filho de Sara. Mas Abraão ainda não
compreendeu a promessa. Sua mente de pronto volveu para Ismael, apegando-se à
crença de que por meio dele os propósitos graciosos de Deus deveriam
cumprir-se. Em sua afeição para com o filho, exclamou: “Oxalá que viva Ismael
diante de Teu rosto”. Gênesis 17:18-20. De novo foi feita
a promessa, com palavras que não poderiam ser mal compreendidas: “Na verdade,
Sara tua mulher te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque, e com ele
estabelecerei o Meu concerto. ” […] E Sara riu, não acreditando na promessa do
Senhor (Génesis 17:18).
O nascimento de
Isaque, trazendo a realização de suas mais caras esperanças, após uma espera da
duração de uma vida, encheu de alegria as tendas de Abraão e Sara. […]
Tanto Abraão como
Sara não confiaram no poder de Deus, e foi este erro que determinou o casamento
com Hagar.
Como Sara, muitas
vezes você pode achar que os planos de Deus são engraçados e sentir vontade de
rir, mas lembre-se que Deus nunca ri dos nossos obstáculos. Com Ele tudo é
possível.
MULHERES PROEMINENTES DA BÍBLIA
MULHERES PROEMINENTES DA BÍBLIA
A
mulher jamais deixou te ter o seu lugar no plano de Deus. A Bíblia expõe
exemplos de mulheres de grande valor, que desempenharam papéis de relevância na
história do povo de Deus.
O
Propósito de Deus para a Mulher
A
mulher é introduzida na narrativa do Antigo Testamento como auxiliadora do homem e sua companheira (Gn 2.18,20).
–
Co-Regente
– Coparticipação
– Corresponsabilidade
– Submissão e Obediência
A
MULHER Conforme as Leis Hebraicas

De acordo
com as leis hebraicas a mulher deveria ser:
– Honrada
(Êx 20.12,17)
– Respeitada (Lv 19.3)
– Obedecida (Dt 21.18)
– Considerada em sua casa, dando nome aos filhos, e responsabilizando-se por sua educação primária.
A
mulher frequentava os cultos de adoração a Deus e até levava suas ofertas para
sacrifícios. Na antiga nação de Israel elas eram consideradas como membro da Família da Fé e podiam entrar na maior parte das
áreas de adoração.
A
lei determinava que os homens se apresentassem diante do Senhor três vezes por
ano; e as mulheres acompanhavam seus maridos em algumas ocasiões (Dt 29.10-12;
Ne 8.2; Jl 2.16), mas não era exigido para elas devido aos seus deveres
domésticos de esposas e mães. O homem como cabeça da família é quem apresentava
os sacrifícios e as ofertas em nome de toda a família (Lv 1.1), mas a esposa
poderia estar presente.
Um
sacrifício que somente as mulheres davam ao Senhor era oferecido após o
nascimento de uma criança (Lv 12.6). As mulheres também participavam da Festa
dos Tabernáculos (Dt 16.14).
Ao
procurar dedicar-se especialmente à adoração ao Senhor, a mulher também podia
assumir o voto do Nazireado, separando-se dos outros
mantendo seus cabelos compridos, e à semelhança do sacerdote oficiante,
renunciava o vinho para que pudesse aproximar-se de Deus de um modo mais digno.
Com
o passar dos séculos foi crescendo a tendência, sob o ensino rabínico, de
tornar o homem mais proeminente do que a mulher, eliminando pouco a pouco a
posição da mulher como auxiliadora e companheira do homem, conforme em Gn 2.18,20.
Embora isso tenha ocorrido, a Bíblia expõe muitos exemplos de mulheres que ao
serem chamadas ou escolhidas por Deus cumpriram com determinação o seu papel.
A
Mulher em Destaque no Antigo Testamento
– Eva
– Miriã
– Débora
– Hulda
– A esposa de Isaías
– A mulher virtuosa de Pv 31.
– Miriã
– Débora
– Hulda
– A esposa de Isaías
– A mulher virtuosa de Pv 31.
A
Mulher em Destaque no Novo Testamento
As Mulheres na História e na Vida de
Cristo
– Maria,
mãe de Jesus
– Ana, uma profetisa
– A mulher junto à fonte de Jacó
– Mulheres que sustentavam o ministério de Jesus
– Mulheres ao lado da cruz
– Ana, uma profetisa
– A mulher junto à fonte de Jacó
– Mulheres que sustentavam o ministério de Jesus
– Mulheres ao lado da cruz
As
Mulheres e a Grande Comissão
– Os
sinais e milagre deveriam seguir homens e mulheres
– As mulheres autorizadas a testemunhar
– As mulheres autorizadas a testemunhar
As
Mulheres Gentias e o Evangelho
– Lídia
– Priscila
– As filhas de Filipe
– Febe
– Júnia
– Evódia e Síntique
– A Senhora Eleita
– Jezabel, a falsa profetiza
– Priscila
– As filhas de Filipe
– Febe
– Júnia
– Evódia e Síntique
– A Senhora Eleita
– Jezabel, a falsa profetiza

Minha
Conclusão - Apesar de
todas estas mulheres terem uma ocupação na obra de Deus, mesmo na época do Novo
Testamento as mulheres não eram muito ativas na adoração no templo ou na
sinagoga. Muito embora houvesse uma área especial no templo conhecida como
“Átrio das Mulheres”, não se permitiam que elas entrassem no átrio interno.
Fontes extra bíblicas informam que não era permitido que as mulheres lessem ou
falassem na sinagoga, apenas podiam sentar-se e ouvir a sessão especial das
mulheres.
Na
época de Jesus, no templo, haviam seis átrios e salões separados enfatizando as
distinções de classes de pessoas para as práticas religiosas. Mas na obra
redentora de Cristo, todas as barreiras foram derrubadas, e todos os crentes
homens e mulheres, independentemente de cor, raça, etnia, sexo ou classe social
tem acesso a Deus (Gl 3.28).
Deus
nos abençoe!
Por Rosilene A. Pontes
Fonte> http://www.searanews.com.br/mulheres-proeminentes-da-biblia/
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Pastora, Maria Valda
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