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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
AS MULHERES E O FUTURO DA HUMANIDADE
13 de agosto de 2008
As mulheres e o futuro da humanidade
As mulheres e o futuro da humanidade
Julio Severo
A Europa pode hoje se orgulhar de uma sofisticação e modernidade sem paralelo em sua história. As mulheres europeias agora ocupam mais do que nunca posições de chefia e liderança no mundo dos negócios. Cuidar de casa e de uma família? Nem pensar.
Mulher européia: planos e interesses empresariais
O índice de casamentos na Alemanha vem caindo, deixando para os homens alemães a opção de esquecerem completamente essa instituição “falida” ou casarem-se com mulheres do terceiro mundo. As alemãs estão ocupadas demais no mundo dos negócios. Na Alemanha em particular e na Europa em geral, o pensamento padrão é: o lugar da mulher não é no lar. É na empresa.
Com tal participação ativa das européias no mercado de trabalho, o feminismo europeu pode se gabar de uma grande conquista: o casamento na Europa está acabando, trazendo como conseqüência menos filhos e menos cidadãos europeus para o futuro. As crianças muçulmanas enchem as escolas alemãs, enquanto as crianças alemãs são uma população estudantil cada vez menor. É a contagem regressiva para o fim da Europa.
Mulher muçulmana: ela está decidindo o futuro da Europa
Apesar da realidade óbvia, os europeus são incapazes de ver o seu próprio fim. As mulheres muçulmanas são muito mais realistas. Elas, que ainda seguem o papel feminino “tradicional” de cuidar do lar, do marido e dos filhos, dizem claramente: “Vamos ganhar a Europa!”
Especialistas já alertam que em menos de 100 anos a maior parte da Europa será muçulmana. Os sinais já estão aí. Hoje, Berlim é a segunda maior cidade muçulmana do mundo. Na famosa Bruxelas, capital da Bélgica, o nome mais comum dado aos bebês agora é… Maomé. E Londres, na Inglaterra, está para construir uma mesquita com capacidade para 40 mil pessoas. Tal revolução se tornou possível porque as muçulmanas estão comprometidas com sua religião e com suas funções naturais.
A “religião” da mulher européia é o individualismo, o carreirismo e a contracepção. Carreirismo é colocar carreiras profissionais acima de qualquer outro interesse. O futuro da menina européia hoje está programado: no mercado de trabalho. A menina européia é educada desde cedo para não pensar em família e filhos, mas para focar sua vida inteiramente no carreirismo e na contracepção.
Entretanto, por mais que programem e eduquem, o futuro da Europa não está nas mãos das mulheres européias, que estão nas empresas. Os muçulmanos sabem muito bem disso. Só os europeus é que estão dormindo. Nas próprias reuniões muçulmanas, as mulheres muçulmanas falam abertamente para as outras: “Fiquem em casa e gerem bebês! Assim, conquistaremos a Europa!” Quem pensou que a mulher profissional está acima da mulher do lar, enganou-se. No final das contas, é a mulher do lar que vai decidir o destino da própria civilização européia.
Na verdade, mesmo com todas as suas questões religiosas polêmicas, as muçulmanas praticam a valorização máxima do lar, da família e dos filhos. Apesar de sua humilde posição, são elas que estão fazendo diferença muito maior e mais importante do que as européias que chefiam empresas. Num certo sentido, parece que as muçulmanas atenderam ao chamado de Paulo em Tito 2, onde ele instrui as mulheres mais velhas a ensinar as mulheres mais jovens a se dedicarem ao lar e à família. Na questão da dedicação ao lar e aos filhos, as muçulmanas estão seguindo muito melhor a Bíblia do que as cristãs da Europa. E sua obediência a princípios tão básicos está decidindo o próprio futuro da Europa.
As européias seguem princípios mais modernos e a Bíblia, em todos os sentidos, é descontextualizada de sua realidade transformadora, por meio de interpretações que mudam a verdade em mero costume cultural, enfraquecendo as famílias, os lares e destruindo assim o Cristianismo europeu e a própria civilização européia.
Contudo, a Europa é só um exemplo menor do que está para vir ao mundo. O nome mais comum hoje dado aos bebês no mundo inteiro é… Maomé.
Governo dos EUA e ONU ativamente envolvidos na promoção dos “direitos das mulheres”
Como explicar o fato de que enquanto as muçulmanas seguem suas funções naturais, as mulheres européias seguem tendências empresariais? Os teólogos mais liberais atribuem o carreirismo como mover de Deus entre as mulheres de hoje. São eles também que defendem a contracepção, o aborto e o homossexualismo.
Pondo de lado a questão bíblica, é possível avaliar as causas do sucesso do carreirismo entre as européias e mulheres de outros lugares do mundo. Quase vinte anos atrás, tive oportunidade de estudar e traduzir um documento secreto do governo dos EUA. Esse importante material, de décadas atrás, estipulava que o governo americano, com a manipulação da ONU e poderosos órgãos internacionais, deveria se empenhar na promoção sistemática dos direitos das mulheres: do direito à contracepção e ao aborto e a entrada em massa das mulheres no mercado de trabalho.
Desde então, o governo americano fez investimentos bilionários em políticas voltadas às mulheres. Mas sua intenção nunca foi ajudar as mulheres. O propósito dessas políticas era afastar as mulheres do lar e de sua função natural. Foi assim que, por várias décadas, o governo americano se ocupou em estratégias para incentivar as mulheres a se dedicarem a carreiras, como forma de desviá-las de realizar sonhos de construir um lar com vários filhos.
Os resultados são espantosos. Sob a influência da ONU, a maior parte da legislação moderna de cada nação dá “incentivos” ao carreirismo e à contracepção. As mulheres do mundo estão aos milhões caindo na sedução dos reluzentes direitos oferecidos por meio da ONU, sem saberem que estão entrando assim nos esquemas cuidadosamente planejados décadas atrás pelo governo dos EUA, que conseguiram vender ao mundo a visão da mulher fora do lar. Por sua vez, o governo americano foi cooptado por poderosos grupos de interesses de controle populacional e engenharia social.
Socialismo e capitalismo doente: de mãos dadas na promoção dos “direitos das mulheres”
É dessa forma que o moderno capitalismo americano se tornou nas sombras o melhor aliado do socialismo na destruição da família e seus valores.
A ONU, o maior símbolo de dominação socialista mundial, não promove os direitos das mulheres por interesse no bem-estar das mulheres. A ONU recebeu dinheiro capitalista para pregar a mesma mensagem que se tornou pensamento padrão das sofisticadas européias: lugar da mulher é na empresa — de preferência na liderança.
Qual vai ser o futuro da família e dos papéis sexuais sob a influência da ONU? No que depender da ONU, as mulheres do mundo deverão seguir na fila as mulheres européias. Mas no final, quem vai decidir o destino do mundo não é a mulher que dirige e lidera, mas a mulher que cuida bem do seu lar, seja ela muçulmana ou cristã.
Desconhecendo o que está por trás “dos direitos das mulheres”, mesmo mulheres cristãs se deixam levar pela correnteza politicamente correta, onde as carreiras profissionais são ambições mais elevadas do que família e lar. Enquanto isso, as mulheres muçulmanas resistem, insistindo em colocar os ensinos de sua religião acima dos planos da ONU disfarçados de “direitos das mulheres”.
Tal uso e abuso dos “direitos das mulheres” não significa que a mulher não tenha de ter direitos, mas que é preciso verificar atentamente o que está por debaixo do embrulho atraente dos presentes que são oferecidos supostamente para ampliar os horizontes das pessoas. A escravidão moderna, ou neo-escravidão, muitas vezes se esconde em capas refinadas, prometendo liberdade, mas enjaulando com seduções e enganos.
Reduzindo a população mundial: carreiras para as mulheres e homossexualismo para os homens
Enquanto uma poderosa máquina de engenharia social leva as mulheres a entrar em massa no mercado de trabalho — e abandonar suas funções naturais —, o número de homens entrando em massa no homossexualismo — e igualmente abandonando suas funções naturais — está aumentando assustadoramente.
Quando o governo dos Estados Unidos decidiu usar a ONU para conduzir as mulheres ao mercado de trabalho, seu alvo era reduzir a população mundial. Com uma população menor, vários países estratégicos não gastariam tanto de seus recursos naturais em si mesmos, mas os guardariam para o futuro — um futuro onde, estrategicamente, os EUA planejam usá-los.
Contudo, quase ninguém fica desconfiado quando a ONU prega que existe uma explosão demográfica e que por isso todos os casais devem se entupir de drogas contraceptivas, etc. Essa propaganda vem embalada em rótulos elegantes como “direitos reprodutivos”, “direitos sexuais“, “direitos das mulheres”, etc. Resultado: a propaganda está dando certo. As mulheres de hoje são condicionadas a não pensar em família e filhos — e elas estão adorando esse condicionamento. Pergunte às alemãs.
Quanto ao fenômeno moderno da explosão de homossexualismo na população masculina, o que esperar? Além dos fatores espirituais e psicológicos, o homossexualismo também vem sendo promovido como estratégia para deter a explosão demográfica. Homens homossexuais não casam com mulheres. E, o mais importante, homens fazendo sexo com homens jamais geram bebês.
Mulheres e homens abandonando suas funções naturais — é o sacrifício que o governo americano, o socialismo e a ONU planejaram para controlar a população mundial. O uso das mulheres foi decisivo, pois é bem mais fácil os homens abandonarem suas funções naturais depois que as mulheres abandonam as delas.
“Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro”. (Romanos 1:26-27 ACF)
Maria: ela disse “sim” a Deus, não aos sistemas humanos
No passado, onde o feminismo acusa que as mulheres não tinham valor, não eram necessárias placas “Preferência para mulheres grávidas”. A própria responsabilidade social impunha respeito e proteção às mulheres — sem placas. Quando um navio afundava, as mulheres tinham direito prioritário de salvamento. Aliás, em todas as outras situações de grande perigo, as mulheres e crianças recebiam prioridade absoluta. Os homens ficavam em último plano, muitas vezes perdendo suas vidas para que mulheres e crianças pudessem viver. Hoje, com direitos iguais, mulheres e homens poderiam igualmente entrar em primeiro lugar nos botes salva-vidas?
E por falar em salvação de vidas, devemos ser gratos a Deus que Maria não era uma moderna mulher européia. Se fosse, em vez de dizer “sim” a Deus, ela diria “sim” à contracepção e ao carreirismo. Se fosse, ela iria querer muito mais a liderança de uma empresa do que um bebê. Graças a Deus, ela escolheu o bebê, que se tornou a única esperança de salvação para o mundo inteiro.
Até para vir ao mundo, Deus precisou de uma mulher com sua função natural. Aliás, tal função natural foi inspirada, criada e planejada pelo próprio Deus, mas por causa da propaganda sistemática da ONU, cada vez menos pessoas se lembram para que serve essa função.
Entretanto, não estamos completamente perdidos. A Palavra de Deus, que é luz no meio da escuridão imposta pela ONU e por políticas estatais traiçoeiras e entidades dos Estados Unidos, diz que, assim como Maria acolheu bebê Jesus em seu ventre, assim também toda mulher que se abre para seu papel de mãe está recebendo não apenas uma criancinha, mas também acolhendo a presença de Jesus. O próprio Jesus diz:
"Quem recebe uma criancinha em meu nome, está me recebendo; e quem me recebe, não está apenas me recebendo, mas também àquele que me enviou". (Marcos 9:37)
A missão de gerar bebês não envolve mais trazer a presença física de Jesus à terra, como ocorreu no caso de Maria. Mas sem dúvida alguma, quando uma mulher cristã abraça sua missão em nome de Jesus, ela estará acolhendo muito mais do que um bebê.
Mulher européia carreirista x muçulmana dedicada ao lar
Enquanto as européias querem empresas cada vez maiores em números de empregados e clientes, as muçulmanas querem famílias maiores. O resultado previsível não é só que as muçulmanas já podem vislumbrar a conquista da Europa “cristã” de mentalidade contraceptiva, feminista e carreirista, mas também que o Islamismo é a religião que mais cresce na Europa e no mundo.
Crescimento da população muçulmana no mundo
Ano
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1900
|
1970
|
1975
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1980
|
1985
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1990
|
2000
|
Número de muçulmanos
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200 milhões
|
541-615 milhões
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593-709 milhões
|
634-828 milhões
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678-986 milhões
|
800 milhões a 1 bilhão
|
1 a 1 bilhão e 500 milhões
|
Fonte: Abd Al-Masih, World Muslim Population Growth 1970-2000, Light of Light, Austria, 1990.
A Bíblia diz que a mulher sábia edifica seu lar. A edificação do lar tem tudo a ver com filhos. Se uma mulher sábia edifica o seu lar, as mulheres sábias edificam um país. Com seus muitos filhos, as muçulmanas já estão “edificando” a Europa inteira. E as mulheres cristãs, ocuparão seu tempo edificando o que?
A Bíblia também diz que a mulher tola destrói sua família com as próprias mãos. Por amor ao carreirismo, ao feminismo e à contracepção, é exatamente isso o que as européias estão fazendo com suas famílias, igrejas e nações.
Fonte: www.juliosevero.com
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
MINHA FORMATURA NA ESCOLA R8.

Venha Estudar Nesta Escola!
É uma Benção!
Igreja Nova Vida, Rio, 12 de Dezembro de 2016









sábado, 3 de dezembro de 2016
CONTROLE O TOM DE SUA VOZ!
CONTROLE o tom de sua voz!
Já verificou como é desagradável quando alguém se dirige a você em tom áspero?
Pois faça aos outros o que gosta que os outros façam a você.
Mesmo quando repreender, faça-o com voz calma e educada, como gostaria que o repreendessem quando você erra.
Lembre-se de que, em geral, somos odiados ou amados, de acordo com o tom de que empregamos.
AS MULHERES QUEREM MENOS SEXO? ESTE ESTUDO RESOLVE A QUESTÃO
Em 1978, dois psicólogos, Russell Clark e Elaine Hatfield, fizeram o que se tornou uma famosa experiência sobre o desejo sexual. Utilizando voluntários, eles fizeram alunos da Universidade Estadual da Flórida, nos EUA, abordarem as pessoas no campus com algumas frases pré-definidas.
Os voluntários tinham sempre a mesma frase de início: “Tenho notado você no campus. Eu acho você muito atraente”, eles diziam. Eles variaram o que diziam a seguir de acordo com uma de três opções escolhidas aleatoriamente. Ou “você quer sair hoje à noite?”, ou “você quer ir ao meu apartamento?”, ou “você gostaria de ir para a cama comigo?”.
Na pesquisa de Clark e Hatfield, homens e mulheres foram abordados (sempre por voluntários do sexo oposto). A medida crucial era se eles diziam sim ou não. E você provavelmente pode adivinhar os resultados: embora homens e mulheres estivessem igualmente propensos a aceitar a oferta de uma encontro (cerca de metade disse que sim e metade disse não), os dois sexos diferiram dramaticamente na forma como responderam à oferta de sexo casual. Nenhuma das mulheres abordadas disse sim à oferta de sexo com um completo estranho. Três quartos dos homens o fizeram (mais do que aqueles que diziam sim às ofertas de um simples encontro).
Uma questão de interpretação
Desde que este experimento foi feito, a controvérsia se desencadeou sobre como ele deve ser interpretado. Uma linha de pensamento é que os homens e as mulheres fazem escolhas diferentes por causa de diferentes impulsos sexuais, impulsos estes que são diferentes por motivos biológicos profundamente ligados à lógica da evolução. Segundo essa lógica, há um limite rígido sobre quantas crianças uma mulher pode ter, portanto ela deve estar focada na qualidade de seus parceiros sexuais – ela quer que eles invistam na criação dos filhos, ou pelo menos façam uma contribuição genética de alta qualidade . Se ela tem um filho com o parceiro errado, ela desperdiça uma oportunidade, pois tem um número muito limitado de oportunidades para se reproduzir. Então ela deve ser exigente.
Um homem, por outro lado, não estaria tão preocupado com a qualidade. Não há limite real sobre o número de crianças que ele pode ter, por isso ele deve agarrar cada oportunidade sexual que pode, independentemente do parceiro. Os custos são baixos, existem apenas benefícios.
Esta lógica evolutiva, implacavelmente focada na reprodução e na sobrevivência, fornece uma teoria coerente para as diferenças que Clark e Hatfield observaram, mas não é a única explicação.
O problema é que os participantes neste experimento não são representantes abstratos de todos os homens e mulheres humanos. Eles são determinados homens e mulheres de um determinado lugar e tempo, que existem em um contexto social específico – estudantes universitários na sociedade americana no final do século 20. E a nossa sociedade trata homens e mulheres de forma muito diferente.
Que tal esta outra alternativa: talvez os impulsos sexuais de homens e mulheres sejam bastante semelhantes, mas o experimento apenas mede o comportamento que é tão moldado pela sociedade quanto pela biologia.
Tirando o fator social
Este mês, uma nova pesquisa publicada na revista Archives of Sexual Behavior (Arquivos do Comportamento Sexual, em tradução livre) fornece uma grande ajuda para que consigamos responder se as mulheres realmente não querem sexo tanto quanto os homens.
Dois pesquisadores alemães, Andreas Baranowski e Heiko Hecht, replicaram o estudo original de Clark e Hatfield, mas com algumas mudanças vitais. Primeiro, eles mostraram que o resultado original ainda se mantém, mesmo entre estudantes universitários alemães no século 21 – e eles mostraram que ainda se mantém mesmo se você perguntasse a pessoas em uma boate em vez de um campus universitário. Mas a dupla argumenta que um fator para as mulheres responderem de forma negativa a convites sexuais pode ser o medo – medo de danos à reputação em uma cultura que julga a atividade sexual das mulheres de forma diferente dos homens, e medo de dano físico de um encontro com um desconhecido do sexo masculino. Eles citam um estudo que constatou que 45% das mulheres norte-americanas já foram vítimas de violência sexual de algum tipo.
Assim, a fim de descobrir se as mulheres nesses experimentos foram reprimidas pelo medo, eles projetaram um cenário para fazer os participantes acreditarem que poderiam aceitar ofertas de sexo sem medo de alguém descobrir e sem a possibilidade de algum perigo físico. Os participantes foram convidados a ir até um laboratório com a desculpa de que estariam ajudando uma empresa de namoro a avaliar o seu algoritmo de classificação de compatibilidade.
Homens e mulheres foram apresentados a dez fotos de membros do sexo oposto e levados a acreditar que todos os dez já haviam concordado em se encontrar com eles (para um encontro ou para sexo casual). Com estes e alguns outros detalhes convincentes, os pesquisadores esperavam que os participantes revelassem suas verdadeiras atitudes em relação a se encontrar, ou fazer sexo, com totais estranhos, desimpedidos pelo medo do que poderia acontecer a eles se dissessem sim.
Os resultados foram dramáticos. Desta vez, não houve diferença entre os encontros e os cenários de sexo casual e grandes proporções de homens e mulheres aproveitaram a chance de encontrar-se com um estranho com potencial para o sexo – 100% dos homens e 97% das mulheres no estudo aceitariam se encontrar para um encontro ou para fazer sexo com pelo menos um parceiro. As mulheres que pensavam que tinham a oportunidade de encontrar-se com os homens por sexo escolheram uma média de pouco menos de três homens que elas gostariam de se encontrar. Os homens escolheram uma média de pouco mais de três mulheres.
Os homens não são de Marte – nem as mulheres
O estudo sugere fortemente que a imagem da mulher como sexualmente exigente e conservadora merece uma grande reflexão. Nas circunstâncias experimentais corretas, o desejo sexual das mulheres é semelhante ao dos homens. Experimentos anteriores tiraram conclusões sobre biologia, quando na verdade eles eram baseados em experimentos sobre o comportamento, que é em grande parte determinado pela sociedade.
Havia ainda uma diferença de gênero nesse novo experimento – homens escolheram mais parceiras em cada dez para se encontrar, mas ainda não podemos dizer que o efeito da nossa cultura foi totalmente apagado. Todas as pessoas no experimento esperavam atitudes diferentes para o seu comportamento sexual com base no seu sexo e esperavam diferentes riscos de dizer sim para encontros sexuais (ou de dizer sim e, em seguida, mudar de ideia).
Mesmo com algo tão biológico quanto o sexo, ao estudar a natureza humana, não é fácil separar o efeito da sociedade sobre a forma como pensamos, sentimos e agimos. Este novo estudo dá uma atualização importante para uma velha história de investigação que muitos interpretaram como se definissem diferenças inalteráveis entre homens e mulheres. A verdadeira moral pode estar na importância de realizar mudanças na forma como a sociedade trata homens e mulheres.
Fonte: http://hypescience.com/quando-sociedade-nao-esta-julgando-o-desejo-sexual-das-mulheres-rivaliza-com-o-dos-homens/
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
A IMPORTÂNCIA DA MENTE NO ORGASMO DA MULHER
O orgasmo está na cabeça: segundo um novo estudo da Universidade de Louvain, na Bélgica, a habilidade de uma mulher de chegar ao clímax pode ter muito a ver com a sua capacidade de se concentrar em seu corpo e orientar seus pensamentos de certa forma.
Quando começaram a estudar o orgasmo feminino, os pesquisadores não faziam ideia de que o aspecto cognitivo fosse tão importante no sexo quanto seus resultados sugerem.
Para o estudo, eles recrutaram 251 mulheres francesas com idades entre 18 a 67 anos. 176 dessas mulheres se definiram como “orgásticas”, o que significa que tinham orgasmos regularmente durante o sexo, e 75 se definiram como “não orgásticas”, o que significa que relataram ter dificuldades em atingir o orgasmo durante o sexo.
Todas as mulheres eram sexualmente ativas, com uma frequência de atividade sexual variando entre duas a 90 vezes por mês. Quase 90% delas eram heterossexuais.
As participantes responderam a perguntas sobre emoções, pensamentos e comportamentos que normalmente desempenham um papel na capacidade de atingir o orgasmo, tanto durante o sexo quanto durante a autoestimulação.
Os pesquisadores descobriram que as mulheres que tinham orgasmo com frequência durante o sexo relataram ter mais pensamentos eróticos durante suas relações sexuais do que as que não tinham orgasmos regularmente durante o sexo.
No entanto, ambos os grupos de mulheres relataram ter quantidades iguais de pensamentos eróticos durante a autoestimulação, ou seja, quando estavam obtendo prazer sozinhas, sem os seus parceiros românticos.
“Parece que as mulheres não têm nenhum problema em focar em fantasias eróticas quando estão por conta própria”, explica a principal autora do estudo, Pascal De Sutter. “Mas as mulheres que não têm orgasmo regularmente durante o sexo parecem ter mais dificuldades em concentrar sua atenção no momento presente quando têm relações sexuais com seus parceiros”.
Segundo De Sutter, preocupações sobre aparência ou peso também podem distrair algumas mulheres quando elas estão na presença de um parceiro.
O poder da mente
Os resultados desse estudo estão de acordo com os achados da pesquisa existente sobre o assunto. Ou seja, tudo indica que existe uma ligação entre a falta de pensamentos eróticos durante a relação sexual e a dificuldade em atingir o orgasmo para as mulheres.
O estudo também determinou que as mulheres que tinham dificuldades em atingir o orgasmo eram mais propensas a ser distraídas por pensamentos que não estavam relacionados com sexo durante a relação sexual.
Elke Reissing, diretora do Laboratório de Pesquisa Sobre Sexualidade Humana na Universidade de Ottawa (Canadá), disse que as novas descobertas sobre a importância dos pensamentos eróticos durante o sexo poderiam ajudar as mulheres a ter orgasmos, por exemplo, empregando técnicas para aumentar a sua capacidade de se concentrar em suas sensações físicas durante a relação sexual.
Segundo ela, existem evidências na literatura científica de que abordagens como a técnica de atenção plena (uma técnica de meditação) são muito bem sucedidas no tratamento de disfunções sexuais. Tais abordagens têm como objetivo ajudar as mulheres a se concentrar no momento presente durante o sexo e, assim, a aumentar a sua excitação e atingir o orgasmo.
E se por acaso você acha que está sozinha nessa de não conseguir chegar lá, não se desespere. Como as respostas das mulheres mostraram diferenças relacionadas com a idade – as mais jovens eram mais propensas a ter problemas com o orgasmo do que as mais velhas -, é provável que exista um aspecto de aprendizagem em ser capaz de atingir o orgasmo de forma mais confiável ou frequente.
Ou seja, nem tudo está perdido. Na verdade, tudo pode ser aprendido – através, por exemplo, do uso de pensamentos eróticos, como sugere esse novo estudo.
Fonte: http://hypescience.com/orgasmo-feminino-2/
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