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quarta-feira, 19 de abril de 2017

MACHISMO EM TODAS SUAS FRENTES


Nana Soares

NANA SOARES

Reflexões sobre gênero, violência e sociedade

Assédio

Juliana Paes, Victor e Zé Mayer: o machismo em todas suas frentes

POR NANA SOARES


04/04/2017, 15h39
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Somente na última semana 3 famosos deram o que falar com relação a (des)igualdade de gênero: Juliana Paes, em entrevista à Veja, criticou o que chamou de “excessos do feminismo”; Zé Mayer foi denunciado por assédio sexual em coluna da Folha de S. Paulo e enviou carta aberta admitindo o ocorrido; e o cantor Victor foi indiciado pela Polícia Civil de Minas Gerais por agressão após um vídeo revelar a violência contra sua mulher Poliana. Em comum nos três casos o descaso pela luta feminista e a certeza de que não podemos parar.
Tanto Victor quanto Zé Mayer gozaram de seu privilégio social quando denunciados pelas vítimas: homens, brancos, heterossexuais, classe alta. O topo da pirâmide. O descaso, a dúvida e a ofensa caíram todos sobre as mulheres: “Mas será que é verdade mesmo? Muito estranho esse caso aí…” e por aí vai. Embora seja verdade que casos com celebridades sempre nos choquem e que o princípio constitucional seja de inocência até que se prove ao contrário, isso não basta para explicar a proteção a Zé Mayer e a Victor.
O assédio sexual e a violência contra a mulher são crimes historicamente silenciados no Brasil. Os perpetradores das violências são tão blindados quanto as vítimas são desacreditadas. Denunciar qualquer um desses crimes é SEMPRE (eu disse sempre) um ato de coragem, porque a retaliação que vem em seguida não é brincadeira.  E em ambos os casos não foram poupados esforços para dizer que a mulher estava exagerando ou acusando sem provas (como se essas fossem fáceis de obter). Com Victor, a mera ameaça de acabar com a carreira do cantor fez com que Poliana retirasse a acusação. O corpo de delito também deu negativo. Pronto: era tudo que queriam para dizer que as feministas são loucas, equivocadas e irresponsáveis em acreditar em qualquer acusação. Voilá: um vídeo comprova a versão de Poliana.
Vou repetir: denunciar assédio e violência de gênero é sempre um ato de coragem. E é unanimidade entre quem trabalha com o assunto que é mais provável que a vítima esteja falando a verdade do que fazendo uma falsa acusação. E denúncias de assédio não destroem carreiras masculinas, vide Casey Affleck, Donald Trump e muitos outros.
Leia mais: Por que mulheres voltam para seus agressores?
Com Zé Mayer foi parecido. A má fama do ator em relação ao assunto é antiga e, mesmo assim, tão pronta foi feita a denúncia no blog #AgoraÉQueSãoElas, a figurinista foi desacreditada e sua versão questionada. A denúncia é gravíssima, de uma violência escandalosa e, como é tradicional em casos de assédio, é agravada pela assimetria de poder – uma figurinista “qualquer” e um dos atores mais antigos e consagrados da emissora. Felizmente, deu repercussão e gerou empatia. As atrizes e demais funcionárias da emissora uniram-se e foram trabalhar vestindo uma camiseta com os dizeres “Mexeu com uma, mexeu com todas #ChegaDeAssédio”. No mesmo dia, o ator divulgou carta aberta admitindo o ocorrido, sua responsabilidade perante o caso e desculpando-se com Su Tonani e com as mulheres.
O pedido de desculpas de Zé Mayer é o que esperamos de qualquer pessoa acusada de algo tão grave e em bom português não foi mais do que a obrigação. Mas atitudes do tipo são tão raras que ele pode acabar recebendo louros que não merece. O assédio contra a figurinista é crime e é com a Justiça que o ator tem que se resolver daqui para frente. A Rede Globo, dada a repercussão do caso, afastou o ator por tempo indeterminado, numa atitude correta e também surpreendente.
Ficam as lições: acreditem nas denúncias das mulheres. Temos mais a perder do que a ganhar ao verbalizar as violências cotidianas. Fica também o importante recado de que NÃO NOS CALARÃO. É juntas, é graças a nossa solidariedade que conseguimos vitórias como essas , ou vocês acham que a carta aberta de desculpas e o afastamento teriam acontecido sem clamor social? E isso incomoda demais quem quer barrar o nosso avanço.
Leia mais:  Precisa mesmo chamar de feminista?
Isso tem tudo a ver com a repercussão da entrevista de Juliana Paes à revista Veja. A atriz, que desde 2015 é embaixadora da ONU Mulherespela erradicação da violência contra a mulher, derrapou (e muito) ao falar de feminismo. Disse que não concorda com um esforço excessivo em querer ser igual aos homens, já que, em sua visão, há diferenças inegáveis entre os gêneros. Deu a entender também que, para ela, o feminismo ainda está cercado do imaginário de mulheres que odeiam homens, anti-femininas e queimando sutiãs. Tudo errado, Juliana. Feminismo não é isso e eu esperava que uma embaixadora da ONU Mulheres soubesse disso.
Pontuada a gravidade da declaração de Juliana, é preciso dizer que suas palavras foram música para o ouvido dos anti-feministas. Eles se esforçam para desacreditar as palavras das mulheres, mas promovem sem problemas quando uma fala o que querem ouvir. E escrachar Juliana Paes favorece muito mais a eles do que a nós, feministas, que gastamos uma energia desproporcional para corrigir mulheres. Não é fácil se livrar disso. Precisamos sim esclarecer todos esses erros e pré-conceitos sobre o feminismo, mas desacreditar Juliana Paes não é o caminho. Assim como ela, muitas pensam o mesmo sobre o movimento. Respondê-las com rispidez e zero empatia não vai fazer com que pensem o contrário.
Numa semana agitada como essa, encerro com as palavras de Chimamanda Ngozi Adichie:
“Se uma mulher diz não ser feminista, a necessidade do feminismo não diminui em nada. No máximo, isso nos mostra a extensão do problema, o alcance real do patriarcado. Mostra-nos também que nem todas as mulheres são feministas e nem todos os homens são misóginos”.
Fonte:  http://emais.estadao.com.br/blogs/nana-soares/juliana-paes-victor-e-ze-mayer-o-machismo-em-todas-suas-frentes/

COMO REDUZIR A ANSIEDADE?


Dicas simples para reduzir e lidar com a ansiedade...


O QUE É ANSIEDADE?



Ansiedade é um sentimento que atravessamos em diversos momentos de nossa vida, seja quando estamos preocupados ou com um medo intenso sobre algo que pode ou não acontecer, ou quando nos sentimos muita expectativa que algo aconteça.

Pode ocorrer em conjunto com outros sentimentos, como estresse, nervosismo, angústia e tensão. Geralmente está relacionado com algo que ainda não aconteceu, que gostaríamos de controlar ou nos certificar que aconteça como esperado, o que nos faz sentir inseguros, preocupados ou até desesperados no momento presente.


Possíveis causas da ansiedade

Constantes preocupações com o futuro;
 Cobranças internas e externas;
 Altas expectativas consigo mesmo e com os outros;
 Rigidez excessiva, inflexibilidade;
 Medo de lidar com situações novas ou inesperadas;
 Expectativas com um ideal de perfeição;
 Tentativa de ser o que não somos;
 Sentimento de raiva ou incômodo reprimidos;
 Traumas mal resolvidos.


Sintomas da ansiedade

Preocupação, receio ou medo excessivos;
Nervosismo, estresse, angústia;
Batimentos cardíacos acelerados;
Dores e tensões musculares no corpo e costas;
Dificuldade de concentração;
Falta de ar ou respiração ofegante;
Roer as unhas, sentir tremores e falar muito rápido;
Agitação e balanço das pernas e dos braços;
Irritabilidade e dificuldade para dormir.

Texto: Como reduzir a ansiedade?
Fonte: www.tautonomia.com 

sexta-feira, 14 de abril de 2017

20 DORES CRÔNICAS EM SEU CORPO

20 DORES CRÔNICAS EM SEU CORPO QUE PODEM ESTAR LIGADAS ÀS EMOÇÕES


Muitas vezes as pessoas vão ao médico por que têm dores crônicas, mas as análises e exames não acusam nenhum problema aparente que possa estar provocando isso… pelo menos fisicamente. Você sabia que as emoções podem influenciar seu corpo e a sua saúde?
A Dra. Susan Babel, psicóloga especialista em depressão induzida por traumas, diz que é possível as emoções causarem dor física crônica. Isso é conhecido como conexão mente – corpo. Em estudos recentes, foi confirmado que a dor física, para além de estar ligada a lesões, pode estar relacionada com a ansiedade ou o estresse.
Nos últimos tempos, a ciência tem-se centrado em uma série de pesquisas sobre a influência do humor no fitness. Essa e outras investigações têm confirmado que as emoções estão ainda mais ligadas ao estado físico do que poderíamos imaginar.

Emoções que causam doenças

 
Dores musculares
Essas dores estão relacionadas com a sua capacidade de lidar com as situações diárias. Para resolver isso, tente ser um pouco mais flexível com os problemas que aparecem em sua vida.

Dores de cabeça
Dores de cabeça estão relacionadas à tomada de decisões. O melhor para resolver esse assunto é relaxar, descansar, se concentrar e assumir o controle de sua vida!

Dores no pescoço
Se as áreas do pescoço ou junto a ele estão doridas, isso quer dizer que você precisa perdoar alguém (ou a si mesmo). Também pode estar relacionado com o peso na consciência, e com a necessidade de pedir desculpas.

Dores nas gengivas
Isso reflete a falta de segurança e compromisso. Você precisa analisar se quer viver sua vida com medo ou assumir o controle da mesma.

Dores nos ombros
Essa dor é sempre associada ao excesso de carga emocional. Evite carregar o fardo dos problemas das pessoas à sua volta, uma vez que todos devem assumir a responsabilidade por seus próprios problemas.

Dores de estômago
Dores de estômago nem sempre estão relacionadas com alimentação, mas sim com o que você consegue “digerir” em sua vida. Este tipo de problemas gastrointestinais está sempre relacionado com situações de sua vida que se tornam muito difíceis de aceitar.

Dores nas costas
A dor crônica na parte superior das costas está associada ao facto de você se sentir solitário em sua vida sentimental e emocional. Se você está sozinho, pode ser hora de ir a um encontro.

Dores no cóccix
Essas dores no corpo dizem respeito a situações que nos fazem ficar tensos e preocupados. Se você consegue identificar uma situação dessas em sua vida, busque uma solução para não fazer mais danos físicos nem emocionais.

Dores nos cotovelos
Isso está relacionado com a resistência à mudança. Tente ser mais flexível em sua vida.

Dores nos braços
Esse é um fardo que você carrega e que não lhe deixa avançar. Ele pode ser uma pessoa ou uma situação em particular.

Dores nas mãos
Geralmente, a dor nas mãos está associada com algo que você quer, mas não consegue alcançar. Tente socializar mais e sair de casa… não deixe a decepção fazer com que entre em colapso.

Dores nos quadris
Essa dor é a dificuldade de se adaptar às mudanças típicas da vida.

Dores nos músculos e articulações
Esta dor está associada a falta de mobilidade e de experiências, assim como ao medo de enfrentar novas aventuras e desafios. Se atreva e tente viver ao máximo!

Dores nos joelhos
Isso costuma estar relacionado com exigir muito de si mesmo. Lembre-se que você é humano, não espere que tudo seja sempre perfeito.

Dores nos dentes
As dores nos dentes acontecem quando você não se sente confortável em uma situação e não consegue encontrar a maneira de lidar com ela. Deixe tudo fluir, lembre-se que tudo o que tem que ser, será.

Dores nos tornozelos
Geralmente, ela está associada à falta de prazer em sua vida. Tente se divertir um pouco mais!

Dor que causa fadiga
Se você se sentir cansado, preso, estressado, veja se existe alguma situação em sua vida que lhe está incomodando, e tente resolvê-la.

Dores nos pés
Isso está relacionado com depressão e baixo-astral. Os pés são pontos altamente sensíveis, capazes de detectar imediatamente essas emoções no corpo.

Já conhecia as fontes emocionais de suas dores?

Fonte: http://historiascomvalor.com/dores-e-emocoes/

quinta-feira, 9 de março de 2017

TEMER DEFENDE DIREITOS IGUAIS PARA MULHERES


Felipe Cordeiro - Estadão - quinta-feira, 9 de março de 2017

APÓS FALA, TEMER DEFENDE DIREITOS IGUAIS PARA MULHERES


Resultado de imagem para Após fala, Temer defende direitos iguais para mulheres


SÃO PAULO - Após causar polêmica ao ressaltar em discurso no Dia Internacional da Mulher as tarefas domésticas das mulheres, o presidente Michel Temer (PMDB) publicou em seu Twitter nesta quinta-feira, 9, que deseja que elas tenham direitos iguais em casa, no trabalho e que "ocupem cada vez mais espaço na sociedade".

"Que as mulheres tenham direitos iguais em casa e no trabalho. Não vamos tolerar preconceito e violência contra a mulher", escreveu o presidente na rede social. "Estamos na Semana da Mulher. Meu governo fará de tudo para que mulheres ocupem cada vez mais espaço na sociedade."

— Michel Temer (@MichelTemer) 9 de março de 2017

O presidente não comentou as críticas recebidas depois das declarações desta quarta-feira, 8. Ao falar da participação da mulher na economia, Temer havia afirmado que ninguém era mais capaz do que elas para "indicar desajustes nos preços do supermercado" e que ninguém era melhor para "detectar flutuações econômicas, pelo orçamento doméstico maior ou menor".

Depois, ao comentar as perspectivas do governo para a melhora do mercado de trabalho, Temer disse que, quando a economia voltar a crescer, a mulher, "além de cuidar dos afazeres domésticos", terá mais oportunidades de emprego. 


O presidente ressaltou também que a formação dos filhos em casa não fica a cargo dos homens, mas das mulheres. "Tenho absoluta convicção, até por formação familiar, por estar ao lado da Marcela (Temer), do quanto a mulher faz pela casa, o quanto faz pelo lar, o quanto faz pelos filhos."

As declarações do presidente foram dadas durante evento organizado pelo Planalto para celebrar o Dia Internacional da Mulher. Ao lado de Temer estavam a primeira-dama, Marcela Temer; as duas únicas ministras do seu governo (há 28 ministérios), Luislinda Valois, de Direitos Humanos; e Grace Mendonça, da Advocacia-Geral da União; a secretária Nacional de Políticas para Mulheres, Fátima Pelaes; e o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

A plateia era formada predominantemente por mulheres, muitas delas deputadas.

Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/mulher-ainda-e-tratada-como-figura-de-segundo-grau-no-brasil-diz-temer.ghtml

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

COMO É GRANDE MEU AMOR POR VOCÊ ROBERTO E CANTORAS

TRUMP CORTA FINANCIAMENTO DE CLÍNICAS DE ABORTO


Havia muita expectativa nos Estados Unidos se o presidente Donald Trump cumpriria todas as promessas que fez quando era candidato. Com uma agenda conservadora, ele falou várias vezes sobre cortar o financiamento público de clínicas de aborto, sobretudo da ONG Planned Paranthood, que era uma importante apoiadora de Hillary Clinton.

Nesta segunda-feira (23), Trump, assinou uma ordem executiva para limitar a ajuda financeira a ONGs que realizam abortos. Em cerimônia do Salão Oval, ele começou a mostrar que está disposto a levar a cabo todas as medidas que prometeu, mesmo que sejam impopulares.

Nos Estados Unidos, o aborto é praticado livremente desde a década de 1970. Ontem fez 44 anos que foi dada a sentença do famoso caso “Roe v. Wade”, que legalizou o aborto na prática.


A decisão de Trump não torna o aborto ilegal, mas diminuirá sua incidência como um todo. O que o novo presidente fez, na verdade, foi reeditar uma medida estabelecida pelo presidente republicano Ronald Reagan em 1984. Ela bloqueia o repasse de verba federal a organizações internacionais que promovem o aborto ou o realizam em suas clínicas.

O democrata Barack Obama havia rescindido a medida logo que tomou posse, em 2009. Seu partido, hoje na oposição, já se manifestou e criticou Trump pelo que chamam de “uma perigosa obsessão em provocar retrocessos nos direitos reprodutivos”.
maioria dos slogans da “Marcha das Mulheres”, que ocorreu em Washington e diversas outras cidades americanas no último final de semana era justamente em favor do aborto.

Os discursos de Trump durante a campanha sempre foram “pró-vida” e isso lhe garantiu o apoio de vários segmentos religiosos, em especial de evangélicos. Em uma ocasião, o bilionário afirmou que as mulheres que recorrem ao procedimento deveriam ser “banidas”.

Outra vitória dos conservadores foi a decisão de Trump nomear à Supremo Corte um juiz ferozmente contrário ao aborto. Esse assunto gerou grande expectativa, uma vez que o vice-presidente, Mike Pence, sempre foi um forte crítico do aborto. Enquanto era governador de Indiana, aprovou diversas leis para restringir o procedimento. 

Com informações das agências
Por Jarbas Aragão
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/trump-corta-financiamento-clinicas-aborto/?

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

ROBERTO CARLOS E MARISA MONTE SIMPLESMENTE ROBERTO CARLOS 2016

A imagem pode conter: 1 pessoa, bebê

AS MULHERES E O FUTURO DA HUMANIDADE

13 de agosto de 2008

As mulheres e o futuro da humanidade

As mulheres e o futuro da humanidade

Julio Severo
A Europa pode hoje se orgulhar de uma sofisticação e modernidade sem paralelo em sua história. As mulheres europeias agora ocupam mais do que nunca posições de chefia e liderança no mundo dos negócios. Cuidar de casa e de uma família? Nem pensar.

Mulher européia: planos e interesses empresariais

O índice de casamentos na Alemanha vem caindo, deixando para os homens alemães a opção de esquecerem completamente essa instituição “falida” ou casarem-se com mulheres do terceiro mundo. As alemãs estão ocupadas demais no mundo dos negócios. Na Alemanha em particular e na Europa em geral, o pensamento padrão é: o lugar da mulher não é no lar. É na empresa.
Com tal participação ativa das européias no mercado de trabalho, o feminismo europeu pode se gabar de uma grande conquista: o casamento na Europa está acabando, trazendo como conseqüência menos filhos e menos cidadãos europeus para o futuro. As crianças muçulmanas enchem as escolas alemãs, enquanto as crianças alemãs são uma população estudantil cada vez menor. É a contagem regressiva para o fim da Europa.

Mulher muçulmana: ela está decidindo o futuro da Europa

Apesar da realidade óbvia, os europeus são incapazes de ver o seu próprio fim. As mulheres muçulmanas são muito mais realistas. Elas, que ainda seguem o papel feminino “tradicional” de cuidar do lar, do marido e dos filhos, dizem claramente: “Vamos ganhar a Europa!”
Especialistas já alertam que em menos de 100 anos a maior parte da Europa será muçulmana. Os sinais já estão aí. Hoje, Berlim é a segunda maior cidade muçulmana do mundo. Na famosa Bruxelas, capital da Bélgica, o nome mais comum dado aos bebês agora é… Maomé. E Londres, na Inglaterra, está para construir uma mesquita com capacidade para 40 mil pessoas. Tal revolução se tornou possível porque as muçulmanas estão comprometidas com sua religião e com suas funções naturais.
A “religião” da mulher européia é o individualismo, o carreirismo e a contracepção. Carreirismo é colocar carreiras profissionais acima de qualquer outro interesse. O futuro da menina européia hoje está programado: no mercado de trabalho. A menina européia é educada desde cedo para não pensar em família e filhos, mas para focar sua vida inteiramente no carreirismo e na contracepção.
Entretanto, por mais que programem e eduquem, o futuro da Europa não está nas mãos das mulheres européias, que estão nas empresas. Os muçulmanos sabem muito bem disso. Só os europeus é que estão dormindo. Nas próprias reuniões muçulmanas, as mulheres muçulmanas falam abertamente para as outras: “Fiquem em casa e gerem bebês! Assim, conquistaremos a Europa!” Quem pensou que a mulher profissional está acima da mulher do lar, enganou-se. No final das contas, é a mulher do lar que vai decidir o destino da própria civilização européia.
Na verdade, mesmo com todas as suas questões religiosas polêmicas, as muçulmanas praticam a valorização máxima do lar, da família e dos filhos. Apesar de sua humilde posição, são elas que estão fazendo diferença muito maior e mais importante do que as européias que chefiam empresas. Num certo sentido, parece que as muçulmanas atenderam ao chamado de Paulo em Tito 2, onde ele instrui as mulheres mais velhas a ensinar as mulheres mais jovens a se dedicarem ao lar e à família. Na questão da dedicação ao lar e aos filhos, as muçulmanas estão seguindo muito melhor a Bíblia do que as cristãs da Europa. E sua obediência a princípios tão básicos está decidindo o próprio futuro da Europa.
As européias seguem princípios mais modernos e a Bíblia, em todos os sentidos, é descontextualizada de sua realidade transformadora, por meio de interpretações que mudam a verdade em mero costume cultural, enfraquecendo as famílias, os lares e destruindo assim o Cristianismo europeu e a própria civilização européia.
Contudo, a Europa é só um exemplo menor do que está para vir ao mundo. O nome mais comum hoje dado aos bebês no mundo inteiro é… Maomé.

Governo dos EUA e ONU ativamente envolvidos na promoção dos “direitos das mulheres”

Como explicar o fato de que enquanto as muçulmanas seguem suas funções naturais, as mulheres européias seguem tendências empresariais? Os teólogos mais liberais atribuem o carreirismo como mover de Deus entre as mulheres de hoje. São eles também que defendem a contracepção, o aborto e o homossexualismo.
Pondo de lado a questão bíblica, é possível avaliar as causas do sucesso do carreirismo entre as européias e mulheres de outros lugares do mundo. Quase vinte anos atrás, tive oportunidade de estudar e traduzir um documento secreto do governo dos EUA. Esse importante material, de décadas atrás, estipulava que o governo americano, com a manipulação da ONU e poderosos órgãos internacionais, deveria se empenhar na promoção sistemática dos direitos das mulheres: do direito à contracepção e ao aborto e a entrada em massa das mulheres no mercado de trabalho.
Desde então, o governo americano fez investimentos bilionários em políticas voltadas às mulheres. Mas sua intenção nunca foi ajudar as mulheres. O propósito dessas políticas era afastar as mulheres do lar e de sua função natural. Foi assim que, por várias décadas, o governo americano se ocupou em estratégias para incentivar as mulheres a se dedicarem a carreiras, como forma de desviá-las de realizar sonhos de construir um lar com vários filhos.
Os resultados são espantosos. Sob a influência da ONU, a maior parte da legislação moderna de cada nação dá “incentivos” ao carreirismo e à contracepção. As mulheres do mundo estão aos milhões caindo na sedução dos reluzentes direitos oferecidos por meio da ONU, sem saberem que estão entrando assim nos esquemas cuidadosamente planejados décadas atrás pelo governo dos EUA, que conseguiram vender ao mundo a visão da mulher fora do lar. Por sua vez, o governo americano foi cooptado por poderosos grupos de interesses de controle populacional e engenharia social.

Socialismo e capitalismo doente: de mãos dadas na promoção dos “direitos das mulheres”

É dessa forma que o moderno capitalismo americano se tornou nas sombras o melhor aliado do socialismo na destruição da família e seus valores.
A ONU, o maior símbolo de dominação socialista mundial, não promove os direitos das mulheres por interesse no bem-estar das mulheres. A ONU recebeu dinheiro capitalista para pregar a mesma mensagem que se tornou pensamento padrão das sofisticadas européias: lugar da mulher é na empresa — de preferência na liderança.
Qual vai ser o futuro da família e dos papéis sexuais sob a influência da ONU? No que depender da ONU, as mulheres do mundo deverão seguir na fila as mulheres européias. Mas no final, quem vai decidir o destino do mundo não é a mulher que dirige e lidera, mas a mulher que cuida bem do seu lar, seja ela muçulmana ou cristã.
Desconhecendo o que está por trás “dos direitos das mulheres”, mesmo mulheres cristãs se deixam levar pela correnteza politicamente correta, onde as carreiras profissionais são ambições mais elevadas do que família e lar. Enquanto isso, as mulheres muçulmanas resistem, insistindo em colocar os ensinos de sua religião acima dos planos da ONU disfarçados de “direitos das mulheres”.
Tal uso e abuso dos “direitos das mulheres” não significa que a mulher não tenha de ter direitos, mas que é preciso verificar atentamente o que está por debaixo do embrulho atraente dos presentes que são oferecidos supostamente para ampliar os horizontes das pessoas. A escravidão moderna, ou neo-escravidão, muitas vezes se esconde em capas refinadas, prometendo liberdade, mas enjaulando com seduções e enganos.

Reduzindo a população mundial: carreiras para as mulheres e homossexualismo para os homens

Enquanto uma poderosa máquina de engenharia social leva as mulheres a entrar em massa no mercado de trabalho — e abandonar suas funções naturais —, o número de homens entrando em massa no homossexualismo — e igualmente abandonando suas funções naturais — está aumentando assustadoramente.
Quando o governo dos Estados Unidos decidiu usar a ONU para conduzir as mulheres ao mercado de trabalho, seu alvo era reduzir a população mundial. Com uma população menor, vários países estratégicos não gastariam tanto de seus recursos naturais em si mesmos, mas os guardariam para o futuro — um futuro onde, estrategicamente, os EUA planejam usá-los.
Contudo, quase ninguém fica desconfiado quando a ONU prega que existe uma explosão demográfica e que por isso todos os casais devem se entupir de drogas contraceptivas, etc. Essa propaganda vem embalada em rótulos elegantes como “direitos reprodutivos”, “direitos sexuais“, “direitos das mulheres”, etc. Resultado: a propaganda está dando certo. As mulheres de hoje são condicionadas a não pensar em família e filhos — e elas estão adorando esse condicionamento. Pergunte às alemãs.
Quanto ao fenômeno moderno da explosão de homossexualismo na população masculina, o que esperar? Além dos fatores espirituais e psicológicos, o homossexualismo também vem sendo promovido como estratégia para deter a explosão demográfica. Homens homossexuais não casam com mulheres. E, o mais importante, homens fazendo sexo com homens jamais geram bebês.
Mulheres e homens abandonando suas funções naturais — é o sacrifício que o governo americano, o socialismo e a ONU planejaram para controlar a população mundial. O uso das mulheres foi decisivo, pois é bem mais fácil os homens abandonarem suas funções naturais depois que as mulheres abandonam as delas.
“Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro”. (Romanos 1:26-27 ACF)

Maria: ela disse “sim” a Deus, não aos sistemas humanos

No passado, onde o feminismo acusa que as mulheres não tinham valor, não eram necessárias placas “Preferência para mulheres grávidas”. A própria responsabilidade social impunha respeito e proteção às mulheres — sem placas. Quando um navio afundava, as mulheres tinham direito prioritário de salvamento. Aliás, em todas as outras situações de grande perigo, as mulheres e crianças recebiam prioridade absoluta. Os homens ficavam em último plano, muitas vezes perdendo suas vidas para que mulheres e crianças pudessem viver. Hoje, com direitos iguais, mulheres e homens poderiam igualmente entrar em primeiro lugar nos botes salva-vidas?
E por falar em salvação de vidas, devemos ser gratos a Deus que Maria não era uma moderna mulher européia. Se fosse, em vez de dizer “sim” a Deus, ela diria “sim” à contracepção e ao carreirismo. Se fosse, ela iria querer muito mais a liderança de uma empresa do que um bebê. Graças a Deus, ela escolheu o bebê, que se tornou a única esperança de salvação para o mundo inteiro.
Até para vir ao mundo, Deus precisou de uma mulher com sua função natural. Aliás, tal função natural foi inspirada, criada e planejada pelo próprio Deus, mas por causa da propaganda sistemática da ONU, cada vez menos pessoas se lembram para que serve essa função.
Entretanto, não estamos completamente perdidos. A Palavra de Deus, que é luz no meio da escuridão imposta pela ONU e por políticas estatais traiçoeiras e entidades dos Estados Unidos, diz que, assim como Maria acolheu bebê Jesus em seu ventre, assim também toda mulher que se abre para seu papel de mãe está recebendo não apenas uma criancinha, mas também acolhendo a presença de Jesus. O próprio Jesus diz:
"Quem recebe uma criancinha em meu nome, está me recebendo; e quem me recebe, não está apenas me recebendo, mas também àquele que me enviou". (Marcos 9:37)
A missão de gerar bebês não envolve mais trazer a presença física de Jesus à terra, como ocorreu no caso de Maria. Mas sem dúvida alguma, quando uma mulher cristã abraça sua missão em nome de Jesus, ela estará acolhendo muito mais do que um bebê.

Mulher européia carreirista x muçulmana dedicada ao lar

Enquanto as européias querem empresas cada vez maiores em números de empregados e clientes, as muçulmanas querem famílias maiores. O resultado previsível não é só que as muçulmanas já podem vislumbrar a conquista da Europa “cristã” de mentalidade contraceptiva, feminista e carreirista, mas também que o Islamismo é a religião que mais cresce na Europa e no mundo.

Crescimento da população muçulmana no mundo

Ano
1900
1970
1975
1980
1985
1990
2000
Número de muçulmanos
200 milhões
541-615 milhões
593-709 milhões
634-828 milhões
678-986 milhões
800 milhões a 1 bilhão
1 a 1 bilhão e 500 milhões
Fonte: Abd Al-Masih, World Muslim Population Growth 1970-2000, Light of Light, Austria, 1990.
A Bíblia diz que a mulher sábia edifica seu lar. A edificação do lar tem tudo a ver com filhos. Se uma mulher sábia edifica o seu lar, as mulheres sábias edificam um país. Com seus muitos filhos, as muçulmanas já estão “edificando” a Europa inteira. E as mulheres cristãs, ocuparão seu tempo edificando o que?
A Bíblia também diz que a mulher tola destrói sua família com as próprias mãos. Por amor ao carreirismo, ao feminismo e à contracepção, é exatamente isso o que as européias estão fazendo com suas famílias, igrejas e nações.