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quarta-feira, 19 de abril de 2017

MACHISMO EM TODAS SUAS FRENTES


Nana Soares

NANA SOARES

Reflexões sobre gênero, violência e sociedade

Assédio

Juliana Paes, Victor e Zé Mayer: o machismo em todas suas frentes

POR NANA SOARES


04/04/2017, 15h39
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Somente na última semana 3 famosos deram o que falar com relação a (des)igualdade de gênero: Juliana Paes, em entrevista à Veja, criticou o que chamou de “excessos do feminismo”; Zé Mayer foi denunciado por assédio sexual em coluna da Folha de S. Paulo e enviou carta aberta admitindo o ocorrido; e o cantor Victor foi indiciado pela Polícia Civil de Minas Gerais por agressão após um vídeo revelar a violência contra sua mulher Poliana. Em comum nos três casos o descaso pela luta feminista e a certeza de que não podemos parar.
Tanto Victor quanto Zé Mayer gozaram de seu privilégio social quando denunciados pelas vítimas: homens, brancos, heterossexuais, classe alta. O topo da pirâmide. O descaso, a dúvida e a ofensa caíram todos sobre as mulheres: “Mas será que é verdade mesmo? Muito estranho esse caso aí…” e por aí vai. Embora seja verdade que casos com celebridades sempre nos choquem e que o princípio constitucional seja de inocência até que se prove ao contrário, isso não basta para explicar a proteção a Zé Mayer e a Victor.
O assédio sexual e a violência contra a mulher são crimes historicamente silenciados no Brasil. Os perpetradores das violências são tão blindados quanto as vítimas são desacreditadas. Denunciar qualquer um desses crimes é SEMPRE (eu disse sempre) um ato de coragem, porque a retaliação que vem em seguida não é brincadeira.  E em ambos os casos não foram poupados esforços para dizer que a mulher estava exagerando ou acusando sem provas (como se essas fossem fáceis de obter). Com Victor, a mera ameaça de acabar com a carreira do cantor fez com que Poliana retirasse a acusação. O corpo de delito também deu negativo. Pronto: era tudo que queriam para dizer que as feministas são loucas, equivocadas e irresponsáveis em acreditar em qualquer acusação. Voilá: um vídeo comprova a versão de Poliana.
Vou repetir: denunciar assédio e violência de gênero é sempre um ato de coragem. E é unanimidade entre quem trabalha com o assunto que é mais provável que a vítima esteja falando a verdade do que fazendo uma falsa acusação. E denúncias de assédio não destroem carreiras masculinas, vide Casey Affleck, Donald Trump e muitos outros.
Leia mais: Por que mulheres voltam para seus agressores?
Com Zé Mayer foi parecido. A má fama do ator em relação ao assunto é antiga e, mesmo assim, tão pronta foi feita a denúncia no blog #AgoraÉQueSãoElas, a figurinista foi desacreditada e sua versão questionada. A denúncia é gravíssima, de uma violência escandalosa e, como é tradicional em casos de assédio, é agravada pela assimetria de poder – uma figurinista “qualquer” e um dos atores mais antigos e consagrados da emissora. Felizmente, deu repercussão e gerou empatia. As atrizes e demais funcionárias da emissora uniram-se e foram trabalhar vestindo uma camiseta com os dizeres “Mexeu com uma, mexeu com todas #ChegaDeAssédio”. No mesmo dia, o ator divulgou carta aberta admitindo o ocorrido, sua responsabilidade perante o caso e desculpando-se com Su Tonani e com as mulheres.
O pedido de desculpas de Zé Mayer é o que esperamos de qualquer pessoa acusada de algo tão grave e em bom português não foi mais do que a obrigação. Mas atitudes do tipo são tão raras que ele pode acabar recebendo louros que não merece. O assédio contra a figurinista é crime e é com a Justiça que o ator tem que se resolver daqui para frente. A Rede Globo, dada a repercussão do caso, afastou o ator por tempo indeterminado, numa atitude correta e também surpreendente.
Ficam as lições: acreditem nas denúncias das mulheres. Temos mais a perder do que a ganhar ao verbalizar as violências cotidianas. Fica também o importante recado de que NÃO NOS CALARÃO. É juntas, é graças a nossa solidariedade que conseguimos vitórias como essas , ou vocês acham que a carta aberta de desculpas e o afastamento teriam acontecido sem clamor social? E isso incomoda demais quem quer barrar o nosso avanço.
Leia mais:  Precisa mesmo chamar de feminista?
Isso tem tudo a ver com a repercussão da entrevista de Juliana Paes à revista Veja. A atriz, que desde 2015 é embaixadora da ONU Mulherespela erradicação da violência contra a mulher, derrapou (e muito) ao falar de feminismo. Disse que não concorda com um esforço excessivo em querer ser igual aos homens, já que, em sua visão, há diferenças inegáveis entre os gêneros. Deu a entender também que, para ela, o feminismo ainda está cercado do imaginário de mulheres que odeiam homens, anti-femininas e queimando sutiãs. Tudo errado, Juliana. Feminismo não é isso e eu esperava que uma embaixadora da ONU Mulheres soubesse disso.
Pontuada a gravidade da declaração de Juliana, é preciso dizer que suas palavras foram música para o ouvido dos anti-feministas. Eles se esforçam para desacreditar as palavras das mulheres, mas promovem sem problemas quando uma fala o que querem ouvir. E escrachar Juliana Paes favorece muito mais a eles do que a nós, feministas, que gastamos uma energia desproporcional para corrigir mulheres. Não é fácil se livrar disso. Precisamos sim esclarecer todos esses erros e pré-conceitos sobre o feminismo, mas desacreditar Juliana Paes não é o caminho. Assim como ela, muitas pensam o mesmo sobre o movimento. Respondê-las com rispidez e zero empatia não vai fazer com que pensem o contrário.
Numa semana agitada como essa, encerro com as palavras de Chimamanda Ngozi Adichie:
“Se uma mulher diz não ser feminista, a necessidade do feminismo não diminui em nada. No máximo, isso nos mostra a extensão do problema, o alcance real do patriarcado. Mostra-nos também que nem todas as mulheres são feministas e nem todos os homens são misóginos”.
Fonte:  http://emais.estadao.com.br/blogs/nana-soares/juliana-paes-victor-e-ze-mayer-o-machismo-em-todas-suas-frentes/

COMO REDUZIR A ANSIEDADE?


Dicas simples para reduzir e lidar com a ansiedade...


O QUE É ANSIEDADE?



Ansiedade é um sentimento que atravessamos em diversos momentos de nossa vida, seja quando estamos preocupados ou com um medo intenso sobre algo que pode ou não acontecer, ou quando nos sentimos muita expectativa que algo aconteça.

Pode ocorrer em conjunto com outros sentimentos, como estresse, nervosismo, angústia e tensão. Geralmente está relacionado com algo que ainda não aconteceu, que gostaríamos de controlar ou nos certificar que aconteça como esperado, o que nos faz sentir inseguros, preocupados ou até desesperados no momento presente.


Possíveis causas da ansiedade

Constantes preocupações com o futuro;
 Cobranças internas e externas;
 Altas expectativas consigo mesmo e com os outros;
 Rigidez excessiva, inflexibilidade;
 Medo de lidar com situações novas ou inesperadas;
 Expectativas com um ideal de perfeição;
 Tentativa de ser o que não somos;
 Sentimento de raiva ou incômodo reprimidos;
 Traumas mal resolvidos.


Sintomas da ansiedade

Preocupação, receio ou medo excessivos;
Nervosismo, estresse, angústia;
Batimentos cardíacos acelerados;
Dores e tensões musculares no corpo e costas;
Dificuldade de concentração;
Falta de ar ou respiração ofegante;
Roer as unhas, sentir tremores e falar muito rápido;
Agitação e balanço das pernas e dos braços;
Irritabilidade e dificuldade para dormir.

Texto: Como reduzir a ansiedade?
Fonte: www.tautonomia.com 

sexta-feira, 14 de abril de 2017

20 DORES CRÔNICAS EM SEU CORPO

20 DORES CRÔNICAS EM SEU CORPO QUE PODEM ESTAR LIGADAS ÀS EMOÇÕES


Muitas vezes as pessoas vão ao médico por que têm dores crônicas, mas as análises e exames não acusam nenhum problema aparente que possa estar provocando isso… pelo menos fisicamente. Você sabia que as emoções podem influenciar seu corpo e a sua saúde?
A Dra. Susan Babel, psicóloga especialista em depressão induzida por traumas, diz que é possível as emoções causarem dor física crônica. Isso é conhecido como conexão mente – corpo. Em estudos recentes, foi confirmado que a dor física, para além de estar ligada a lesões, pode estar relacionada com a ansiedade ou o estresse.
Nos últimos tempos, a ciência tem-se centrado em uma série de pesquisas sobre a influência do humor no fitness. Essa e outras investigações têm confirmado que as emoções estão ainda mais ligadas ao estado físico do que poderíamos imaginar.

Emoções que causam doenças

 
Dores musculares
Essas dores estão relacionadas com a sua capacidade de lidar com as situações diárias. Para resolver isso, tente ser um pouco mais flexível com os problemas que aparecem em sua vida.

Dores de cabeça
Dores de cabeça estão relacionadas à tomada de decisões. O melhor para resolver esse assunto é relaxar, descansar, se concentrar e assumir o controle de sua vida!

Dores no pescoço
Se as áreas do pescoço ou junto a ele estão doridas, isso quer dizer que você precisa perdoar alguém (ou a si mesmo). Também pode estar relacionado com o peso na consciência, e com a necessidade de pedir desculpas.

Dores nas gengivas
Isso reflete a falta de segurança e compromisso. Você precisa analisar se quer viver sua vida com medo ou assumir o controle da mesma.

Dores nos ombros
Essa dor é sempre associada ao excesso de carga emocional. Evite carregar o fardo dos problemas das pessoas à sua volta, uma vez que todos devem assumir a responsabilidade por seus próprios problemas.

Dores de estômago
Dores de estômago nem sempre estão relacionadas com alimentação, mas sim com o que você consegue “digerir” em sua vida. Este tipo de problemas gastrointestinais está sempre relacionado com situações de sua vida que se tornam muito difíceis de aceitar.

Dores nas costas
A dor crônica na parte superior das costas está associada ao facto de você se sentir solitário em sua vida sentimental e emocional. Se você está sozinho, pode ser hora de ir a um encontro.

Dores no cóccix
Essas dores no corpo dizem respeito a situações que nos fazem ficar tensos e preocupados. Se você consegue identificar uma situação dessas em sua vida, busque uma solução para não fazer mais danos físicos nem emocionais.

Dores nos cotovelos
Isso está relacionado com a resistência à mudança. Tente ser mais flexível em sua vida.

Dores nos braços
Esse é um fardo que você carrega e que não lhe deixa avançar. Ele pode ser uma pessoa ou uma situação em particular.

Dores nas mãos
Geralmente, a dor nas mãos está associada com algo que você quer, mas não consegue alcançar. Tente socializar mais e sair de casa… não deixe a decepção fazer com que entre em colapso.

Dores nos quadris
Essa dor é a dificuldade de se adaptar às mudanças típicas da vida.

Dores nos músculos e articulações
Esta dor está associada a falta de mobilidade e de experiências, assim como ao medo de enfrentar novas aventuras e desafios. Se atreva e tente viver ao máximo!

Dores nos joelhos
Isso costuma estar relacionado com exigir muito de si mesmo. Lembre-se que você é humano, não espere que tudo seja sempre perfeito.

Dores nos dentes
As dores nos dentes acontecem quando você não se sente confortável em uma situação e não consegue encontrar a maneira de lidar com ela. Deixe tudo fluir, lembre-se que tudo o que tem que ser, será.

Dores nos tornozelos
Geralmente, ela está associada à falta de prazer em sua vida. Tente se divertir um pouco mais!

Dor que causa fadiga
Se você se sentir cansado, preso, estressado, veja se existe alguma situação em sua vida que lhe está incomodando, e tente resolvê-la.

Dores nos pés
Isso está relacionado com depressão e baixo-astral. Os pés são pontos altamente sensíveis, capazes de detectar imediatamente essas emoções no corpo.

Já conhecia as fontes emocionais de suas dores?

Fonte: http://historiascomvalor.com/dores-e-emocoes/